segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

O Rapaz de Bronze

 

O Rapaz de Bronze


Era uma vez um jardim maravilhoso, cheio de grandes tílias, bétulas, carvalhos, magnólias e plátanos.
Havia nele roseirais, jardins de buxo e pomares. E ruas muito compridas, entre muros de camélias talhadas.
E havia nele uma estufa cheia de avencas onde cresciam plantas extraordinárias que tinham, atada ao pé, uma placa de metal onde o seu nome estava escrito em latim.
E havia um grande parque com plátanos altíssimos, lagos, grutas e morangos selvagens.
E havia um campo com trigo e papoilas, e um pinhal onde entre mimosas e pinheiros cresciam urzes e fetos.
Ora num dos jardins de buxo havia um canteiro com gladíolos.
Os gladíolos são flores muito mundanas. E aqueles gladíolos achavam que o lugar mais chique do jardim era esse jardim de buxo onde eles moravam.… os gladíolos gostavam muito de ser gladíolos e achavam-se superiores a quase todas as outras flores.
Diziam eles que as rosas eram flores sentimentais e fora de moda e que os cravos cheiravam a dentista. Tinham grande desprezo pelas papoilas e pelos girassóis, que são plantas selvagens. E das flores da urze e das flores de tojo do pinhal diziam que nem eram flores.
Os gladíolos admiravam secretamente as camélias, mas não tinham muita consideração por elas: achavam que elas eram esquisitas e irritantes. As camélias são muito diferentes dos gladíolos: são vagas, sonhadoras, distantes e pouco mundanas. Estão sempre semiescondidas entre as suas folhas duras e polidas. Mas os gladíolos admiravam as camélias por elas não terem perfume, pois, entre as flores, não ter perfume é uma grande originalidade.
Mas as flores que os gladíolos amavam realmente, as flores por quem os gladíolos tinham uma admiração sem limites, eram as tulipas. Com as tulipas os gladíolos chegavam a ser subservientes e punham de parte a sua vaidade.
E o único desgosto da vida dos gladíolos era não serem tulipas. Porque as tulipas são caras, raras e muito bem vestidas. O seu feitio é simples, exacto e claro. As suas cores são ricas e sumptuosas. As suas pétalas são as pétalas mais bem cortadas e mais bem armadas que há no jardim.
Mas havia uma flor que os gladíolos detestavam. Era a flor de muguet.
O muguet é uma flor escondida. É uma flor pequenina e branca e tem um perfume mais maravilhoso e mais belo do que o perfume dos nardos.
Durante o Inverno ela dorme na terra debaixo das folhas secas e desfeitas das árvores. Dorme como se tivesse morrido. Mas na Primavera as suas longas folhas verdes furam a terra e crescem durante alguns dias até terem um palmo de altura. Então muito devagar as folhas vão-se abrindo e mostram à luz maravilhada as campânulas aéreas, brancas e bailarinas da flor do muguet. E o vento da tarde toma em si o perfume do muguet, leva-o consigo, e espalha-o no jardim todo.
Então tudo no jardim estremece e as grandes tílias e os velhos carvalhos e as flores recém-nascidas e as relvas e as borboletas dizem:
- É Primavera! É Primavera!
Só os gladíolos não gostam e dizem:
- Que flor tão exibicionista! Finge que se quer esconder, finge que é simples e humilde, finge que não quer que a vejam, mas depois transforma-se em perfume e espalha-se no jardim todo!
E à noite, quando vão à estufa visitar as begónias e as orquídeas, os gladíolos fecham a porta para não sentirem o perfume da flor do muguet.

Sophia de Mello Breyner Andresen, O Rapaz de Bronze, Figueirinhas

O Rapaz de Bronze · Guião de Leitura 
  1. Apresentação da obra, a autora, a ilustradora.
1.1. Quem é o autor da obra? A autora é Sophia de Mello Breyner Andresen.
1.2. Quem é o ilustrador da obra.
R: O ilustrador da obra "O rapaz de Bronze" é Júlio Resende.
1.3. A que editora pertence este livro?
R: A editora é "Edições Salamandra".
2. Consulta a biografia e bibliografia da autora.
R: Nasceu no Porto em 1919, tendo-se distinguido tanto na narrativa como na poesia. O seu nome figura entre os maiores das letras portuguesas dos últimos cem anos.
2.1 O que é uma biografia?
R: A biografia é um texto sobre a vida do autor.
2.2. O que é uma bibliografia? É o conjunto de livros escritos pelo autor.
No domínio da literatura infanto-juvenil, escreveu:
-A Menina do Mar
-O Cavaleiro da Dinamarca
-A Floresta
-A árvore
- A Fada Oriana
-O rapaz de Bronze
- Noite de Natal
-Primeiro livro de poesia.
3. Completa.
3.1.Relação das obras escritas por um autor - bibliografia.
3.2.Descrição da vida de alguém - biografia.
4.Consulta o dicionário na leitura da obra:
 buxo : arbustos 
 magnólia : árvore 
tília: planta medicinal
bétula : planta da família das betuláceas
estufas : criação de plantas
caramanchão : pavilhão de jardim
urze : plantas arbustivas
avenca : planta polipodiácea medicinal
fetos: plantas de jardim.
4.1. O que é a botânica? A botânica é o estudo das plantas.


5. A obra O Rapaz de Bronze está dividida em quatro capítulos: 
 As flores  Florinda  O Gladíolo  A festa
 5.1. A partir dos títulos da obra e dos capítulos, imagina, oralmente, uma história.

 6. Lê a obra e, de seguida, realiza as atividades propostas para cada capítulo. 
Capítulo 1 
6.1. Neste capítulo é descrito um jardim e os seres que o habitam. Quem habita o jardim?
 
6.2. Os gladíolos são caracterizados com mais pormenor. Refere a sua maneira de ser, os seus gostos e hábitos. 

 Capítulo 2
 7. Ordena corretamente as frases seguintes e obterás um resumo deste capítulo. (A primeira fase já se encontra indicada.) 
 -- De seguida, foi espreitar a casa e assistiu a uma festa de humanos, sentado num ramo do Carvalho. 
-- Este autorizou-o a fazer a festa daí a duas noites. 
 -- Porém, a dona da casa deu ordem ao jardineiro para não apanhar mais gladíolos. 
 -- Os três decidiram formar uma Comissão Organizadora da festa. 
 1- O gladíolo queria ser colhido. 
-- Desiludido, ele comunicou à Orquídea e à Begónia que não tinha sido colhido. 
 -- Então, lembrou-se de organizar uma festa de flores igual às festas dos homens.
 --Muito entusiasmado, o Gladíolo foi à estufa falar com a Begónia e a Orquídea. 
 -- Para tal, foi pedir autorização ao Rapaz de Bronze.
Fontes:
oficinadaslinguas-clubedeleitura.blogspot.com/2008/05/o-rapaz-de-bronze.html

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Sabias que a ilha da Madeira já teve um comboio?

 O Comboio do Monte no Funchal

A história do Comboio do Monte é uma fascinante jornada ao passado da ilha da Madeira, refletindo o engenho e a determinação dos madeirenses em superar as barreiras naturais e melhorar a conectividade na ilha. Inaugurado em 16 de agosto de 1893, o comboio surgiu como uma solução inovadora para facilitar o acesso à pitoresca freguesia do Monte, localizada nas alturas acima da cidade do Funchal.



Construído num tempo em que as estradas eram escassas e muitas vezes intransitáveis, o Comboio do Monte não só proporcionava uma ligação vital entre o Funchal e o Monte, mas também se tornou um símbolo do progresso tecnológico e uma importante atração turística. Com uma extensão de cerca de 3,9 quilómetros, o trajeto serpenteava através de paisagens deslumbrantes, oferecendo aos passageiros vistas inesquecíveis da cidade abaixo e do vasto oceano Atlântico.



Operando com locomotivas a vapor e mais tarde com locomotivas elétricas, o comboio não só transportava residentes e mercadorias, mas também atraía visitantes de todo o mundo, ansiosos por experimentar a subida íngreme até ao Monte em carros elegantes e confortáveis. A viagem proporcionava um contraste impressionante com a lenta e trabalhosa subida a pé ou nos tradicionais carros de cesto.



No entanto, com o avanço do século XX e o desenvolvimento de novas tecnologias de transporte, como os automóveis e os autocarros, a utilidade do Comboio do Monte começou a declinar. Em 1943, após meio século de operação, o serviço de comboio foi descontinuado, deixando para trás trilhos vazios e estações silenciosas, mas também uma rica herança de inovação e aventura.



Hoje, as memórias do Comboio do Monte vivem na imaginação dos madeirenses e dos visitantes. Embora os trilhos tenham sido removidos e a paisagem tenha mudado, a história do comboio permanece um testemunho eloquente do espírito pioneiro da Madeira, inspirando saudade e curiosidade sobre uma era passada de descoberta e conexão.

Fontes:

https://www.freguesiadomonte.com/fotos/

https://essential-madeira.com/index.php/noticias/1231-no-tempo-do-comboio


sexta-feira, 9 de maio de 2025

Provas Moda - treino para o 6o ano

 https://app.escolavirtual.pt/lms/playerguest/player/44897247/lesson?utm_source=newsletterEP-AVALIA%C3%87%C3%83O&utm_medium=email&utm_campaign=37681_DEE-TESTE-AV&utm_content=_20250508+-+PT+2C+-+Novo+Livro+aberto+2C+-+Prova+Moda&utm_term=48253&m_i=3Gh2GX6sa8Q6aotlLM5HQYl8sBC2CtK3Swtu4z%2BHpXDBHOM%2BLDo5HZsrRG_7OofMRVJJtmFeVQLgkjMc6EyXO478bXQGcm


Vamos treinar esta prova nos tablets.

Boa sorte!








Fontes:

Escola Virtual

Porto Editora


domingo, 16 de março de 2025

A Poesia ou Texto Poético

 

A Poesia ou Texto Poético

 

1.    Transcreve para o caderno o poema da página 30 da obra “O Pássaro da cabeça”.

 


O Pássaro da cabeça

 

 

Sou o pássaro que canta

Dentro da tua cabeça,

Que canta na tua garganta,

Que canta onde lhe apeteça.

 

Sou o pássaro que voa

Dentro do teu coração

E do de qualquer pessoa

( mesmo as que julgas que não)

 

Sou o pássaro da tua imaginação

Que voa até na prisão

E canta por tudo e por nada

Mesmo com a boca fechada.

 

E esta é a canção sem razão

Que não serve para mais nada

Senão para ser cantada

Quando os amigos se vão.

 

E ficas de novo sozinho

Na solidão que começa

Apenas com o passarinho

Dentro da tua cabeça.

 

Manuel António Pina

 


1.1.        Indica o número de estrofes que constituem os poema.

O poema tem cinco estrofes.

2. O que é uma estrofe?

Uma estrofe é um conjunto de versos.

2.1.  Quem é o autor?

O poeta é Manuel António Pina.

2.2.Qual é o feminino de poeta?

O feminino é poetisa.

3.O que é um verso?

Um verso é uma linha do poema.

4.    Classifica as estrofes quanto ao número de versos.

Estas estrofes chamam-se quadras porque têm 4 versos.

5.    O que é um poema?

Um poema é um conjunto de versos.

6.    Como sabes que é um texto poético?

Sabemos que é um texto poético porque está escrito em versos, tem estrofes, linhas em branco e rima nas últimas palavras.

7.    Refere o tema central do poema.

O tema é a liberdade de expressão e de pensamento.

7.1.        Quem é a ilustradora desta obra?

A ilustradora desta obra é Ilda David.

8.    Será que todos nós temos um pássaro na cabeça?

Todos nós temos imaginação e liberdade de pensamento mas há países onde as pessoas não têm liberdade de expressão.

9.    O que significa para ti a liberdade de pensamento?

Para mim a liberdade de pensamento é muito importante porque neste país podemos pensar e dizer o que quisermos sem irmos presos.

10.  Onde te poderá levar este pássaro?

Haverá obstáculos esta liberdade?

A nossa liberdade só termina quando começa a liberdade do outro. Não há obstáculos para esta liberdade no nosso país.

11.  Indica quatro palavras ao teu gosto que rimem com as seguintes:

Rio- frio, tio, trio, sorrio

Brinquedo- dedo, azedo, medo, cedo, esquerdo

Olival- sal, pinhal, oval, final, dedal

Cão- mão, João, Simão, pão

Mês- três, chinês, inglês, vês

12.   O que é a rima?

É quando as palavras terminam com o mesmo som.

13.  Como se designam os versos que não rimam?

Os versos que não rimam chamam-se versos livres ou versos brancos.

14.  Que nome se dá a uma estrofe de três versos?

Uma estrofe de três versos é um terceto.

15.  " A Água canta"

Qual é o recurso expressivo?

É uma personificação, porque a água não canta como as pessoas e os pássaros, mas também pode ser uma metáfora, porque está a comparar o barulho da água com uma música ou canção.

16. Quem era o “Adamastor”?

O “Adamastor” é uma espécie de gigante ou monstro que vivia nos mares e provocava naufrágios e foi inventado pelo grande poeta Luís de Camões.

17.  No poema “O pastor” quem faz as perguntas?

As perguntas são feitas pelo sujeito poético.

18.  No poema “A cigarra e a formiga” escreve a 1° estrofe.

Tendo a cigarra em cantigas

Passado todo o verão

Achou-se em extrema penúria  (fome)

Na tormentosa estação  (inverno)

18.1. Qual é o recurso expressivo destas frases?

É uma perífrase, porque a frase podia estar só numa palavra.

18.2. Como se chamam estas estrofes?

São quadras, porque têm 4 versos.

19.  Copia o poema “Diz o avô” de Luísa Ducla Soares (página 209).

 

Diz o avô

 

Tens cabelos brancos.

Mas porquê, avô?

Caiu muita neve

Na estrada onde vou.

 

Tens rugas na face.

Mas porquê, avô?

Bateu muito sol

Na estrada onde vou.

 

Tens os olhos baços.

Mas porquê, avô?

Pousou nevoeiro

Na estrada onde vou.

 

Tens calos nas mãos.

Mas porquê, avô?

Parti muita pedra

Na estrada onde vou.

 

Tens coração grande.

Mas porquê, avô?

Nele mora a gente

Que por mim passou.

 

Luísa Ducla Soares

19.1. “Caiu muita neve na estrada onde vou”. Qual é o recurso expressivo?

O cabelo branco do avô era comparado à neve que caía na estrada da vida longa do avô, é uma metáfora.

19.2. Como se chamam estes versos?

São versos livres ou brancos, porque não rimam.

20. Procura a biografia de Manuel António Pina.

21. Copia 10 linhas biográficas.

 

Nasceu em 1943, no Sabugal, Beira alta;

Licenciou-se em Direito, na Universidade de Coimbra;

Foi jornalista e escritor, com obras no campo da poesia e da leitura infanto-juvenil, do teatro e também da crónica;

Está traduzido em várias línguas;

No ano de 1987 recebeu o prémio Gulbenkian, de leitura infanto-juvenil;

No ano de 2011 recebeu o prestigiado Prêmio Camões;

Faleceu no Porto, em 19 de outubro de 2012, com 68 anos.

        22. “A Bela Infanta” página 76. O verso “Deitou os olhos ao mar” contém uma perífrase. Explica o sentido desta frase.

“Viu o mar” – é uma perífrase porque podiam usar-se menos palavras.

23. Recorda a formação de palavras página 218 e 219.

formação de palavras tem diferentes processos de combinação de morfemas para formar novas palavras. Os principais processos de formação são a derivação e a composição.

Derivação é o processo pelo qual palavras novas são criadas a partir de outras já existentes na língua, alterando, assim, o sentido. AS palavras novas são chamadas de Derivadas e as que lhe dão origem, Primitivas. A Derivação pode ser dividida conforme abaixo:



23.1.  Descobre nas frases seguintes, duas palavras formadas por derivação.

 

a)    A bela infanta tinha três filhinhas.

b)    O nobre capitão viajou por mares desconhecidos.

23.2. Indica as palavras que entram na composição das palavras seguintes.

a) puro-sangue       puro+sangue

b) cata-vento           cata+vento

c) sem-sabor           sem+sabor

d) contramestre     contra+mestre

23.3. Indica os radicais e as palavras que entraram na composição das palavras seguintes.

a) autoestrada   auto (radical) + estrada (palavra)

b) telemóvel     tele (radical) + móvel (palavra)

c) bisavô             bis (radical) + avô (palavra)

d) monóculo     mono (radical) + óculo (palavra)

23.4. Indica os radicais que entram na composição das palavras seguintes.

a) fotografia     foto + grafia

b) biologia        bio + logia

c) biblioteca    biblio + teca

d) bicicleta       bi + cicleta

23.5. Distingue na lista seguinte, as palavras formadas por composição de duas palavras as formadas por composição de uma palavra e de um radical.

Processo de formação de palavras

Composição de duas palavras  - hortelã-pimenta

Composição de uma palavra e um radical – autocolante

24. O poema “A nau catrineta” insere-se no contexto das viagens marítimas dos séculos XV e XVI.

24.1. Seleciona, nas alíneas seguintes, o elemento que te permite situar a ação nos séculos XV ou XVI, justificando a tua resposta.

a) A nau

b) Espanha

c) Portugal

25. Que tipo de rima existe quando as palavras rimam em versos seguidos, dois a dois?

É a rima emparelhada.

26. Como se designa a poesia que brinca com os sons das palavras e que, por vezes, se torna difícil de pronunciar?

São os trava-línguas.

27. Como se chamam os poemas cuja primeira letra de cada verso se lê verticalmente, formando uma palavra?

São os acrósticos.

28. Que tipo de rima existe quando os dois versos que rimam são separados por dois ou mais versos?

É a rima interpolada.

29. O poema “Rei, capitão, soldado, ladrão”, de Luísa Ducla Soares, é um trava-línguas ou uma lengalenga?

É uma lengalenga porque uma lengalenga é uma cantilena, uma rima ou um texto curto, na qual se repetem determinadas palavras ou expressões que permitem que a mesma se decore com facilidade.

30. Que tipo de rima existe quando os versos rimam alternadamente, o primeiro com o terceiro, o segundo com o quarto?

É a rima cruzada.

31. Qual é o recurso expressivo presente nos seguintes versos: “era um barco verde verde (…) caravelas caravelas” de Manuel Alegre, em Naus de Verde Pinho?

É uma repetição.

32. Os poemas “Nau Catrineta”, “A Bela Infanta” e “As Naus de Verde Pinho” referem-se a um determinado período da História de Portugal. De que época se trata?

Época dos Descobrimentos.

33. Que recurso expressivo podes encontrar no seguinte verso: “As pedras falam? Pois falam” de Maria Alberta Menéres, As Pedras?

É uma personificação.

34. As palavras “maré, maresia e marinheiro” pertencem à família de que palavra?

Mar.

35. Quem escreveu os poemas “A Nau Catrineta” e “Bela Infanta”?

Foi o poeta Almeida Garrett que os recolheu na oralidade popular.

36. Descobre a estação do ano que o poeta Eugénio de Andrade descreve nesta quadra:

Vem de sobretudo,

Vem de cachecol,

O chão onde passa

Parece um lençol.

 

É o inverno.

37. conotação e a denotação são as formas como usamos as palavras e os sentidos que elas têm.

Quando usamos uma palavra no sentido literal, ou seja, de acordo com o significado do dicionário, ela é denotativa. Mas, quando usamos uma palavra no sentido figurado, dizemos que ela é conotativa.

Assim:

·         Denotação - emprego do sentido real, literal das palavras e expressões, por exemplo: Depois de jogar à bola, nós comemos um churrasco.

·         Conotação - emprego do sentido subjetivo, figurado das palavras e expressões, por exemplo: Ora bolas para o churrasco queimado.

37.1. Na frase “Ele tem um bom coração”, a palavra coração é usada no sentido denotativo ou em sentido conotativo?

É no sentido conotativo.

38. Na frase "O chocolate é muito doce", o adjetivo doce é usado em sentido conotativo ou em sentido denotativo?

É no sentido denotativo.

39. Como se designam as palavras que servem para imitar sons dos animais, da natureza, de objetos, como por exemplo, "truz-truz"?

São as onomatopeias.

40. Os cinco sentidos têm um papel essencial na poesia. Enumera os cinco sentidos.

Visão, tato, olfato, paladar e audição.

41. Que recurso expressivo podes encontrar nos seguintes versos: "Aquela nuvem/parece um cavalo?  José Gomes Ferreira, Aquela Nuvem.

É a comparação.

42. Descobre o sentimento sobre o qual se escreve nestes versos do poeta Luís de Camões:

Amor é fogo que arde sem se ver:

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer;


O amor.

42. Como se designa um grupo de palavras formadas a partir do mesmo radical, como livro, livraria, livreiro e livrete?

Família de palavras.

43.. Identifica, nas frases, palavras das classes indicadas:

A – Há quem goste de observar o mar, esteja ele calmo ou bravo.

B – Os surfistas preferem mar calmo, porque lhes facilita muito a sua atividade.

C – Oh! Que mar tão azul!

 a) um nome _______

b) dois verbos ______________

c) um adjetivo _________

d) dois determinantes ___________

e) um pronome ___________

 f) uma interjeição _________

44. Completa as frases com uma interjeição.

a. _______ Estou tão cansado!

b. No final da peça de teatro, o público gritava: ___________


45. Lê as seguintes frases:

A – Uma roseira e uma bela escultura de mármore decoravam o canteiro.

 _________________________________

B – Ele foi um cão igual a nós.

 ___________________________________________________________

 a) Identifica o sujeito e o predicado em cada frase sublinhando-os.

 b) Indica o complemento direto. 


46, Sublinha as preposições presentes nas frases seguintes.

a. A Eva chegou de Lisboa com o Sebastião

b. Porque é que estás contra mim?

c. A minha avó está cá desde ontem.

d. A minha aldeia fica entre o Porto e Esposende.

e. Não quero falar sobre esse assunto.

f. Ela optou por uma viagem menos longa.


47. . Identifica o complemento oblíquo presente em cada uma das frases.

a. Nunca desistas dos teus sonhos. ______________________________________

b. Eles entraram em casa às dez horas. ___________________________________

c. A Isabel discorda da tua decisão. ______________________________________


48. A expressão idiomática "tudo de pernas para o ar" significa que "está tudo fora de controlo" ou que "estão todos a divertir-se"?

Está tudo fora de controlo.

 

49. Guarda-livros é uma palavra simples ou uma palavra complexa?

É uma palavra complexa.


50.Indica o processo de formação do verbo reler.

A palavra é formada por prefixação.


50.1. Indica o processo de formação do verbo escrevinhar.

A palavra é formada por sufixação.


50.2. Indica o processo de formação da palavra tristeza.

A palavra é derivada por sufixação.