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domingo, 25 de maio de 2014

Gonga - António Gomes, um Artista Plástico Angolano

António Gomes Gonga, escultor, pintor, artista plástico de destaque no panorama artístico angolano. Nasceu a 25/04/1964 em Quitende (Aldeia Viçosa) - Município do Quitexe. Diplomado em escultura pelo Instituto Nacional de Formação Artística e Cultural em Luanda. 
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Expôs pela primeira vez, de forma individual em 1994, no hotel Meridien, em Luanda, com a colecção «O desabrochar de um sonho» em pintura e desenho. Tem participado em outras exposições colectivas e individuais desde 1987.
Fonte:

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Quadros de antes do Terramoto de 1755 serão expostos ao público em Lisboa

As pinturas antigas estão disponíveis para venda, mas só se poderá adquirir o conjunto das quatro.


As pinturas do século XVIII serão expostas no decorrer da Feira de Arte e Antiguidades de Lisboa, organizada pela Associação Portuguesa de Antiquários, entre os dias 5 e 13 de Abril.
Os quadros foram adquiridos no mercado de antiquariado internacional e o conjunto dos quatro está agora disponível para venda. “Estes quadros só podem ver vendidos em conjunto, nasceram juntos e pelo menos nas nossas mãos serão vendidos assim”, explica Álvaro Roquette em comunicado.
Os quadros mostram o Hospital Real de Todos-os-Santos, o Palácio da Ribeira, o Mosteiro dos Jerónimos e o Convento de Mafra. Será a primeira vez que os quatro quadros serão expostos.
Datadas de antes do terramoto de 1755, as obras são uma imagem da paisagem lisboeta antes do abalo que deu origem a grandes alterações na reconstrução da cidade.
São pinturas que já contribuíram para o conhecimento de edifícios já desaparecidos bem como para o estudo de hábitos de consumo de obras de arte na segunda metade do século XVIII em Portugal. Têm a dimensão de 50X60cm.
Fonte:
http://www.publico.pt/local/noticia/quadros-de-antes-do-terramoto-de-1755-serao-expostos-em-lisboa-ao-publico-1630846#/3
 

Quadros roubados de Gauguin e Bonnard estiveram 40 anos na cozinha de trabalhador da Fiat

Pinturas Fruits sur une table ou nature au petit chien e La femme aux deux fauteuils tinham sido roubados em 1970, em Londres. Foram agora recuperados em Itália.

 

A polícia italiana anunciou esta quarta-feira a inesperada descoberta de dois quadros desaparecidos dos pintores franceses Paul Gauguin (1848-1903) e Pierre Bonnard (1867-1947), que tinham sido roubados em Londres, em 1970, de casa de uma rica família britânica.
Numa conferência de imprensa em Roma, e na presença do ministro dos Bens Culturais, Dario Franceschini, foi revelada a recuperação de Fruits sur une table ou nature au petit chien (Fruta sobre uma mesa ou natureza com cão pequeno), que Gauguin pintou em 1889, dedicado à condessa N(imal), e de La femme aux deux fauteuils (Mulher com dois sofás), de Bonnard, sem data.
A primeira pintura foi avaliada, segundo o general Mariano Mossa, responsável pela unidade da polícia italiana que tutela o património cultural – citado pela AFP –, entre 15 e 35 milhões de euros. Para a segunda, o jornal La Reppublica avança uma verba próxima dos 600 mil euros.
As duas telas foram recuperadas há cerca de dois meses, na Sicília, na cozinha de um operário reformado da Fiat. Segunda a descrição desta história, que a polícia italiana classificou como “rocambolesca”, este trabalhador, um “apaixonado por arte”, comprou os dois quadros num leilão anónimo em Turim, quando aí ainda viva, em 1975, tendo pago por ambos a quantia ridícula de 45 mil liras (o correspondente, no câmbio actual, a… 23 euros).
Naturalmente desconhecendo o valor (e a identidade dos autores) das obras.
“O operário pendurou-os na parede da sua cozinha, primeiro em Turim, depois na Sicília, quando se reformou, e onde estiveram durante 40 anos até terem sido recuperados”, descreveu ontem Mariano Mossa.
O percurso que a polícia italiana conseguiu reconstituir das obras diz que elas foram abandonadas, após o roubo em Londres, numa viagem de comboio Paris-Turim, tendo depois ido parar à secção “Perdidos  & Achados” da estação de caminhos-de-ferro desta cidade italiana. Foi daí que chegaram depois, anonimamente, ao leilão de 1975.
O trabalho da polícia italiana sobre este caso não está ainda concluído, foi ontem referido em Roma. Contudo, sabe-se já que os quadros de Gauguin e Bonnard eram propriedade da família londrina Mark-Kennedy. E “os herdeiros poderão, a partir de agora, reivindicar a propriedade das obras”, anunciou Mariano Mossa.
Também a forma como a polícia italiana chegou à identificação das obras tem contornos “extraordinários”. A partir da informação sobre o desaparecimento dos quadros, e tendo também recorrido a artigos publicados, na época, no The New York Times e num diário de Singapura, o departamento romano especializado em património roubado iniciou um demorado inquérito, que foi dirigido pelo procurador-adjunto Giancarlo Capaldo.
Segundo a reconstituição citada pela AFP, os investigadores procuraram em catálogos de museus e de leiloeiras, e também na Internet, e foram descobrindo pormenores estranhos, como, por exemplo, que a pintura de Gauguin surgia recenseada num catálogo de 1964, mas já não numa sua actualização de 2001.
De forma que não foi explicitada, a polícia italiana teve acesso a fotografias dos quadros em posse do operário reformado da Fiat. E, com recurso a advogados e especialistas, acabou por fazer a ligação entre essas telas e a notícia do seu roubo na capital inglesa em 1970.
“É uma história verdadeiramente fascinante e incrível, é o símbolo do trabalho extraordinário, mesmo que pouco visível, concluído passados tantos anos” pelos agentes dedicados ao património cultural, felicitou-se o ministro Dario Franceschini.
Mas a investigação não está terminada, assinalou o general Mariano Mossa, fazendo notar que é preciso ainda reconstituir “as várias etapas do percurso dos quadros” desde o roubo em Londres até ao guichet dos “Perdidos & Achados” da estação de caminho-de- ferro de Turim.
Um dos pormenores ainda a explicar é a redução do tamanho original da tela de Gauguin, de 49x54 cm, para os actuais 46,5x53 cm…
A recuperação dos quadros dos dois pintores franceses foi, no entanto, apresentada como uma vitória para este departamento da polícia italiana, criado há quase meio século para se ocupar especificamente de arte roubada e desaparecida, e que gere o maior banco de dados do mundo neste domínio, ascendendo a mais de cinco milhões de objectos.
Fonte:
http://www.publico.pt/cultura/noticia/quadros-roubados-de-gauguin-e-bonnard-recuperados-em-italia-1630687#/0

quarta-feira, 19 de março de 2014

Lenda da Princesa Peralta


 
 
A sereia princesa-Peralta - em casa de Cristina Amaral.

Lenda da Princesa Peralta

As origens de Castanheira de Pera remontam, certamente, a muitos séculos antes do primeiro documento histórico comprovativo.
...
O primeiro documento conhecido, referindo nomes de povoações do actual concelho, tem a data de 1467 - é uma sentença de Afonso V sobre os baldios do Coentral. Porém, existe uma lenda que nos fala da princesa Peralta, filha de el-rei Arunce. Esta lenda foi escrita, em 1629, por Miguel Leitão de Andrada.
Segundo a lenda, em 72 a.C., fugida de Colimbria, em consequência da invasão do reino, Peralta refugiou-se com seu séquito no Castelo de Arouce (Lousã).
Por influência de Sertório (guerreiro romano que por ela se apaixonou), decidiu ir para Sertago.
No caminho, morreu sua aia, Antígona, que ali mesmo foi enterrada. Sobre a sepultura foi colocada uma lápide com a seguinte inscrição: "ANTÍGONA DE PERALTA AQUI FOI DA VIDA FALTA".
A deusa Vénus, que perseguia a princesa, enviou um poderoso raio, que transformou os acompanhantes em montanhas e a bela Peralta numa formosa sereia, que ficou vivendo nas águas que brotavam da serra.
Esse raio desfez, igualmente, a lápide, onde, para a posteridade, apenas ficou da primitiva inscrição: ANTIG...A DE PERA...
Desta lenda maravilhosa nasceu Castanheira de Pera.

http://www.cm-castanheiradepera.pt/historia.asp
Ver mais

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Planificação do Clube das Artes para o 2º Período

Planificação para o 2 º período:
Área/ Tema/ Actividades a desenvolver:
Calendarização:
Público-alvo preferencial:
Recursos:
Coordenação:
O desenho como
ferramenta da observação.
 


Desenho à vista de objectos, paisagens e modelo de figura humana,

seguindo um conjunto de regras capazes de facilitar a compreensão do real.

Janeiro, Fevereiro e Março de 2014
Saídas da escola para desenhar objetos, paisagens e figuras humanas.
Alunos dos 2º e 3º ciclos.Lápis HB, borracha, afia, caderno, sebenta ou bloco de desenho;
Professoras Olinda Gil.
e
Helena Martins
* autorizações de saída da escola


Comemoração do Dia de S. Valentim
14 de Fevereiro - Painel de fotografias românticasAlunos do 2º e 3º ciclosArticulação do Clube das Artes com as Professoras Natércia e Nelsa
 Máscaras de Carnaval
Fevereiro e Março de 2014
Alunos dos 2º e 3º ciclos.
 caixas de cartão
tintas guache e acrílicas
 Professoras Olinda Gil.
e
Helena Martins
- Desenhar pressupõe uma sintonia entre o olho e a mão, numa relação
directa onde a capacidade de percepção do cérebro é assumida como a base
para a construção de resultados plásticos mais eficientes.
- Hora do chá - convívio com os alunos que frequentam o "Clube das Artes" com a realização de um pequeno lanche de chá e bolachas. 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Fernando Pessoa - comemoração dos 125 anos do seu nascimento

A minha homenagem a Fernando Pessoa

Fernando Pessoa por Olinda Gil

Exposição documental “Fernando Pessoa - os 125 anos do seu nascimento (1888-1935)”
12 de outubro a 30 de novembro na Biblioteca Municipal

Este ano comemoram-se os 125 anos do nascimento de Fernando Pessoa e a Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos celebra esta efeméride, entre os dias 12 de outubro e 30 de novembro, com uma exposição sobre a vida e a obra daquele que é considerado um dos maiores poetas da língua portuguesa e da literatura universal.

Fernando Pessoa – breve biografia
“Fernando António Nogueira Pessoa nasceu em Lisboa, na freguesia dos Mártires, a 13 de Junho (dia de Stº António) no ano de 1888, num prédio em frente ao Teatro S. Carlos, em Lisboa. Em 1893, o pai morre de tuberculose. Dois anos mais tarde a mãe volta a casar com João Miguel Rosa, que será cônsul português em Durban, África do Sul, onde fará toda a sua instrução primária e secundária. Devido à sua capacidade de «outrar-se», cria vários heterónimos (Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Bernardo Soares, etc.), assinando as suas obras de acordo com a personalidade de cada heterónimo.
Colabora em várias revistas e jornais (A Águia, A Galera, Centauro, Contemporânea, Folhas de Arte, O Jornal, Notícias Ilustrado, Portugal Futurista, República, Revista Portuguesa, etc.), publica em livro os seus poemas escritos em inglês e, em 1934, ganha o concurso literário promovido pelo Secretariado de Propaganda Nacional, com a obra Mensagem, que publica no mesmo ano. Faleceu prematuramente em 1935, deixando grande parte da sua obra ainda inédita.”
Fonte:


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Exposição de castelos do 6ºA na Biblioteca da Escola

Os alunos do 6º A fizeram trabalhos maravilhosos para poderem levantar as notas da disciplina de História.
Vejam como são uns artistas!
O castelo do Francisco Silva

O castelo do Tiago, da Marta e da Filipa

O castelo do Tomás, do Miguel e da Carolina

O castelo do António
O castelo da Joice

Dois belos castelos dos alunos do 6º A

O castelo da Cátia

O castelo da Cristiana

O castelo do Diogo

O castelo do Gonçalo

O castelo do João

O castelo da Jet

O castelo do Luís


Parabéns! Fizeram castelos dignos de contos de fadas.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Mire de Tibães: Cultura e solidariedade no Mosteiro de Tibães


Cultura e solidariedade juntam-se no Mosteiro de Tibães, de 1 a 15 de Dezembro, numa iniciativa organizada pelo Centro Social de Tibães, que conta com a colaboração da Junta de Freguesia de Tibães e do Grupo FNA (Fraternidade Nuno Alvares). A obra da pintora Olinda Gil está exposta na Sala do Recibo e a venda de um dos quadros da artista irá reverter a favor do Centro Social.
Por estes dias, as pinturas de Olinda Gil dão cor ao Mosteiro de Tibães. Prova disso é o quadro que retrata o Mosteiro segundo as influências da artista, que passou toda a sua infância em África.
“É muito importante para mim estar aqui, pois já dei aulas aqui em Mire de Tibães e vinha aqui ao Mosteiro com os alunos. Gostava muito de vir aqui”, disse a pintora.
Herminio Silva, tesoureiro do Centro Social de Tibães, assegura que este tipo de eventos tem dado resultados positivos.
“Já não é a primeira vez que organizamos eventos deste tipo. Por um lado o Centro Social também aposta na cultura e por outro vamos pedindo aos pintores para que uma parte da venda dos quadros reverta a favor do Centro. Temos tido boas experiências, pois mantemos uma boa relação com o Mosteiro, onde os artistas acabam por gostar de ter as suas obras”, disse.
No dia inaugural da exposição esteve ainda presente José Magalhães, presidente da Junta de Freguesia de Mire de Tibães. “A Junta de Freguesia tinha de se associar a esta iniciativa de âmbito cultural e social. Para além de contribuirmos para uma causa nobre, a de ajudar o nosso Centro Social, devemos continuar a apostar na cultura com iniciativas deste género”, disse o presidente.
Fonte:

sábado, 23 de novembro de 2013

Exposição em Braga - Mosteiro de Tibães - Dezembro 2013

A minha próxima exposição será na galeria do Mosteiro de Tibães,  em Braga, de 1 a 16 de Dezembro. Aguardo a vossa visita.


Mosteiro de Tibães

Venham visitar-me dia 1 de Dezembro pelas 15 horas!

Fotografia da minha amiga Fátima Inácio Gomes


Um local de sonho que conheço há muitos anos e que agora me recebe com carinho.
Obrigada!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Artistas lusófonos expõem no Casino Estoril

Termina no próximo dia 26 de novembro, na Galeria de Arte do Casino Estoril, a exposição ‘Artistas dos Países Lusófonos’, uma mostra de artes plásticas que reúne trabalhos de pintura, escultura, desenho e fotografia.


D.R.

Uma tela de Roberto Chichorro que integra a exposição do Casino, patente até 26 de novembro



Trata-se da segunda grande exposição coletiva que o Casino realiza em torno de artistas dos países lusófonos.
Participam, entre outros, criadores como Armanda Alves e Júlio Quaresma (de Angola); Calasans Neto e Renato Rodyner (do Brasil); David Levy Lima e Kiki Lima (de Cabo Verde); João Carlos Barros e Manuela Jardim (da Guiné-Bissau); e Butcheca, Chissano, Malangatana e Roberto Chichorro (de Moçambique).
Os artistas portugueses estão representados nesta mostra pelas obras de Armanda Passos, Nadir Afonso, Paulo Ossião e Rogério Timóteo, entre outros.
Estão ainda representados São Tomé e Príncipe (pelos artistas Ismaël Sequeira, José Chambel e René Tavares) e Timor-Leste (com obras de Abel Júpiter, Maria Dulce e Nhu Lien).
A mostra ficará patente todos os dias, das 15h00 às 24h00.
Fonte:

sábado, 9 de novembro de 2013

Fábrica abandonada em Faro transforma-se em centro de arte

Antigo armazém de processamento de alfarroba transformou-se na Fábrica dos Sentidos







Antigo armazém de processamento de alfarroba dá ‘abrigo’ a artistas de várias áreas


A ideia estava na cabeça de ‘Mató' há muito. Depois de ter vivido em vários países, decidiu-se a importar para Faro um conceito inovador: um espaço comunitário para artistas, empreendedores ou associações. Um antigo armazém de processamento de alfarroba transformou-se, desde o início de 2013, na Fábrica dos Sentidos. Agora, abre portas ao público, com eventos diários como concertos ou workshops. 

O espaço, com quase 5 mil metros quadrados, nas traseiras da Escola Superior de Saúde, já alberga vários artistas, empreendedores e associações - regionais e nacionais. Um tatuador, um cabeleireiro, um oleiro ou um carpinteiro do Turquemenistão são alguns dos inquilinos da Fábrica (ver caixa), que também serve de sede a associações como a Bode Criativo, a Música XXI ou a ARCA. Segundo o mentor do projecto, conhecido como ‘Mató', todos "pagam uma renda simbólica, de cerca de 50 euros, para ajudar nas despesas".

O espaço, que promove o trabalho em rede e pretende criar condições para artistas e novos negócios, quer agora afirmar-se como uma referência.

"Queremos que as pessoas passem a vir cá depois do trabalho, para assistir aos eventos diários, interagir com os artistas ou simplesmente beber um café", explica ‘Mató', reforçando que é importante criar uma nova centralidade cultural na cidade.




Parabéns aos artistas!


Fonte:

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/fabrica-abandonada-em-faro-vira-centro-de-arte




sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Colecção de arte encontrada em Munique inclui obras desconhecidas de Chagall

A colecção de arte com mais de 1.400 pinturas descoberta em Munique (Alemanha), no apartamento do filho de um negociante de arte durante o regime nazi, inclui obras desconhecidas de Chagall e Dix, anunciou a polícia alemã.Numa conferência de imprensa realizada hoje em Augsburgo, as autoridades alemãs revelaram as primeiras informações de uma operação que esteve mantida em segredo durante mais de um ano: a descoberta de uma vasta colecção de obras de arte num apartamento, em Munique, de Cornelius Gurlitt, filho de Hildebrand Gurlitt, negociante de arte muito bem relacionado com figuras do regime nazi.

Coleção de arte encontrada em Munique inclui obras não documentadas
Pintura do francês Marc Chagall até agora desconhecida

A colecção, com 1.285 telas e 121 emolduradas, poderá valer mais de mil milhões de euros e inclui obras de arte cuja existência não estava documentada, como uma pintura alegórica de Marc Chagall e um auto-retrato de Otto Dix e cujas imagens foram hoje apresentadas.
Meike Hoffman, investigadora da Universidade Livre de Berlim, explicou que a colecção inclui obras dos pintores "clássicos modernos" que foram confiscadas pelos nazis no final dos anos 1930 e pinturas representativas sobretudo do século XIX.
A colecção inclui obras de Henri Matisse, Max Liebermann, Picasso, Renoir, Macke, Courbet, entre outros.


Obras descobertas do artista Otto Dix (Reuters)
Autoridades alemãs foram criticadas pela demora em revelar a descoberta
Cornelius Gurlitt não foi ainda acusado de qualquer crime nem foi detido pelas autoridades, que desconhecem o seu paradeiro.
Hildebrand Gurlitt foi um dos negociantes de arte autorizados pelo regime nazi a vender obras confiscadas dos museus e de coleccionadores alemães por serem consideradas "arte degenerada", ou seja, de correntes artísticas como o cubismo, o surrealismo ou o expressionismo.
No entanto, muitas das obras de arte encontradas no apartamento do filho, actualmente com 79 anos, podem ainda ter sido confiscadas pelos nazis aos judeus em troca de uma autorização para sair do país.
Fontes:
http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=90915

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/11/131105_colecao_arte_nazista_pai.shtml


sábado, 26 de outubro de 2013

As minhas sereias - Exposição Arte e Literatura "A Menina do Mar"

Sereias na Caldeira Velha - em casa de Maria Manuela Marques 

Sereia de Odeceixe.


Sereia do Carvalhal.

Sereia de Santo André.

Sereia de Sines - reservada para Isabel Cruz.

A Menina do Mar.

Sereia de Porto Covo - reservada para Isabel Cruz.

Paixão pelo mar - reservado para Carla G.

Sereia de Milfontes

Sereias do Farol do Cabo Sardão.
Técnica mista.

Sereias do Cabo Sardão

Sereias da praia da Carraca

Sereias da praia de Fernão Veloso, da praia do Sousa e da praia de Relamzapo

Sereia de Nacala


A sereia da Zambujeira - em casa de Irene.

A sereia-princesa Peralta - 48X30 - em casa de Cristina Amaral.

Sereia de Vilamoura - em casa de Margarida Soares Franco e Sereia de Armação de Pêra - Em casa de Maria Manuela Marques.


Sereia do Ilhéu - em casa de Jorge Silva.

Mar dos Açores


Exposição Arte e Literatura na Escola - "A Menina do Mar".
Tinha prometido levar os Artistas do Clube das Artes a visitar exposições e eles gostaram.