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segunda-feira, 5 de maio de 2014

O Texto Dramático - ficha de revisões

Leitura
Lê o texto com atenção e, de seguida, responde às questões com frases completas:

REI: Ah, meu bobo fiel, como eu às vezes gostava de estar no teu lugar, sem preocupações, sem responsabilidades…


BOBO: É para já Senhor! Toma os meus farrapos e os meus guizos, e dá-me o teu manto, a tua coroa, o teu cetro…


REI (agitado): Cala-te!... Era isso mesmo que se passava no sonho… A coroa… o manto… o cetro… tudo no chão… eu a correr, mas sem poder sair do mesmo sítio… e a coroa sempre mais longe, mais longe… e o manto… e o cetro… e as gargalhadas…


BOBO: Gargalhada? Não me digas que eu também entrava no teu sonho?


REI (como se não o tivesse ouvido):  … as gargalhadas delas… e como elas se riam… riam-se de mim… e a coroa tão longe… e o manto tão longe… e o frio… tanto frio que eu tinha!...


BOBO: Perdoa-me, senhor, mas isso são tolices, dizes coisas sem nexo… Foi alguma coisa que comeste ontem, tenho a certeza.


REI: Não são coisas sem nexo: são recados. Recados dos deuses. (Aproxima-se do bobo e diz-lhe ao ouvido) Tenho medo!


BOBO: Shiuu! NUNCA DIGAS ISSO! Já viste o que podia acontecer se os deuses te ouvissem? Se descobrissem que os reis também têm medo? Se descobrissem que os reis podem mesmo ficar a-pa-vo-ra-dos?


REI (afasta o bobo e retoma a sua dignidade real):Tens razão! Quem foi que aqui falou em medo? Eu sou o rei Leandro, rei do reino de Helíria! Tenho um exército de homens armados para me defenderem. Tenho um conselheiro que sabe sempre o que há de ser feito. Tenho espiões bem pagos, distribuídos por todos os reinos vizinhos, que me informam do que pensam e fazem os meus inimigos…


BOBO: Tens inimigos, senhor?


REI: Claro que tenho inimigos. Para que serve um rei que não tem inimigos?


BOBO: Realmente não devia ter graça nenhuma. Eu cá, de cada vez que me armam uma cilada e acabo espancado no pelourinho, também digo sempre: “Ainda bem que tenho inimigos, ainda bem que tenho inimigos”… se ninguém me batesse, se ninguém me cobrisse o corpo de pontapés, acho mesmo que era capaz de morrer de pasmo…


REI: Zombas de mim?


BOBO: Que ideia, senhor! Como posso zombar de ti, se penso como tu pensas?


REI: Parecia…                                                                               

 In Leandro, Rei da Helíria, Alice Vieira





  1. Na primeira fala, o rei Leandro manifesta um desejo.


1.1.         Indica-o, usando palavras tuas.


  1. “Tenho medo!”


2.1.        Apresenta a razão que motivou esse desabafo do rei.


2.2.        Esclarece a importância dos sonhos, na perspetiva do rei Leandro.


  1. O bobo tem como função entreter o rei e a corte.


3.1.        Transcreve uma fala do texto que comprove a afirmação anterior.


  1. Transcreve exemplos de didascálias em que sejam evidentes informações sobre:


4.1.        gestos das personagens.


4.2.        o estado de espírito das personagens.

5. Estabelece a correspondência correta entre os conceitos associados ao Teatro e a sua definição:


1. ator
a) conjunto de fatos usados pelos atores.
2. adereço
b) decoração da cena representada pelos atores.
3. cenário
c) artista que representa um papel na peça.
4. cenógrafo
d) aquele que põe em cena e dirige o espetáculo.
5. dramaturgo
e) aquele que recria e/ou realiza o cenário.
6. encenador
f) aquele que é responsável pela iluminação do palco.
7. luminotécnico
g) acessório das personagens e/ou do cenário.
8. guarda-roupa
h) autor de peças de teatro.

sábado, 19 de abril de 2014

Características do Texto Poético ou Lírico

O TEXTO POÉTICO ou LÍRICO

No texto poético, um «eu» - sujeito poético - revela os seus sentimentos, as suas emoções e a sua visão do mundo. É, por isso, um texto muito pessoal e subjectivo, em que as palavras da língua formam combinações surpreendentes, quer ao nível dos sons e dos ritmos, quer ao nível dos significados.
O texto poético é rico em figuras de estilo que, por vezes dificultam a sua compreensão.
O verso é a forma privilegiada da poesia, mas alguns textos em prosa têm características do texto poético.
Este modo literário engloba uma série de características versificatórias, geradoras de sentido e, por conseguinte, importantes para a compreensão global do poema.

Características: 

Expressão do mundo interior;
Expressão das emoções, dos sentimentos, dos desejos ou dos pensamentos íntimos;
Usualmente recorre à enunciação na primeira pessoa;
Predominância de uma voz central, um “eu” que revela o seu olhar sobre o Mundo com que se funde, e aprofunda as suas vivências emocionais, os seus estados de alma, reflexões e sentimentos;
Tradução de entusiasmos individuais e coletivos;
Uso do verso e de recursos sonoros e textuais, como rima, métrica, ritmo, musicalidade e figuras de estilo…
Predomínio da linguagem conotativa, num tom confessional;
 Presença de um discurso subjetivo, denso, expressivo e conciso.  
Ver Slideshare:


http://www.slideshare.net/crisseica/texto-lrico-noces-de-versificao


Noções de versificação
* Verso - cada linha do poema. Pode ou não ter sentido completo.
* Estrofe ou Estância- Conjunto de versos separados por um espaço.


Classificação das estrofes quanto ao número de versos:- monóstico – estrofe com um verso
- parelha ou dístico – estrofe com dois versos
- terceto – estrofe com três versos
- quadra – estrofe com quatro versos
- quintilha – estrofe com cinco versos
- sextilha – estrofe com seis versos
- sétima – estrofe com sete versos
- oitava – estrofe com oito versos
- nona – estrofe com nove versos
- décima – estrofe com dez versos

* Rima - É a terminação semelhante de cada verso, em termos de som. A rima consiste na repetição do mesmo som em determinado lugar dos versos que constituem uma estrofe.
Os versos que não apresentam rima denominam-se brancos ou soltos.

Há vários tipos de rima:-versos soltos ou brancos: versos que não rimam;
- rima emparelhada: os versos rimam dois a dois (aabb);
- rima cruzada: os versos rimam alternadamente ( abab)
-rima interpolada: os versos rimam separados por dois ou mais versos diferentes (abba)
- rima rica – quando rimam palavras de classes gramaticais diferentes
- rima pobre – quando rimam palavras da mesma classe gramatical
- rima toante – quando rimam vogais
- rima consoante – quando rimam vogais e consoantes

* Métrica - Os versos podem ser medidos quanto ao número de sílabas métricas, que não são sempre iguais às sílabas gramaticais. Quando medes o verso, estás a fazer a sua escansão.

Aqui ficam algumas regras para fazer a escansão:
a) a contagem das sílabas métricas é feita até à ultima sílaba tónica do verso;
b) quando uma palavra termina numa vogal e a palavra seguinte começa por vogal, faz-se uma elisão, ou seja, as vogais fundem-se numa única sílaba.


Classificação dos versos quanto ao número de sílabas métricas:- monossílabo - verso com uma sílaba métrica
- dissílabo - verso com duas sílabas métricas
- trissílabo - verso com três sílabas métricas
- tetrassílabo - verso com quatro sílabas métricas
- pentassílabo - verso com cinco sílabas métricas
- hexassílabo - verso com seis sílabas métricas
- heptassílabo ou redondilha maior - verso com sete sílabas métricas
- octossílabo - verso com oito sílabas métricas
- eneassílabo verso com - nove sílabas métricas
- decassílabo - verso com dez sílabas métricas
- hendecassílabo- verso com onze sílabas métricas
- dodecassílabo ou verso alexandrino - verso com doze sílabas métricas.


Fonte:
http://profpaulo.weebly.com/texto-poeacutetico.html
http://portefoliovirtualteresa.webnode.pt/texto-lirico-/


terça-feira, 18 de março de 2014

Quinze erros de português que ficam muito mal


Um universitário já não pode cometer certas gafes. Nem nos exames, nem num processo de recrutamento, nem mesmo no dia-a-dia de uma empresa.

Quinze erros de português que ficam muito mal
Há erros que passam quase despercebidos nas situações informais, mas caem que nem uma nódoa em situações de avaliação, como um exame. Para evitar que isso lhe aconteça, confira se costuma cometer algum destes erros e corrija-os de hoje em diante.
Em baixo/ abaixo
Erro: Vou lá em baixo
Correto: Vou lá abaixo
Explicação: Abaixo refere-se a uma localização, enquanto em baixo se usa para falar de uma posição relativa.
Onde/ aonde
Erro: Não sei aonde fica a sala do chefe
Correto: Não sei onde fica a sala do chefe
Explicação: A forma mais fácil de evitar este erro é pensar que só pode usar 'aonde' em substituição de 'para onde'. Por exemplo, 'aonde vais amanhã' está correto, mas 'aonde deixaste as minhas chaves' é um erro crasso.
À/ há
Erro: Terminei o curso à dois meses
Correto: Terminei o curso há dois meses
Explicação: Este é um erro que só se nota na escrita, mas é grave. Para indicar um tempo passado usa-se o verbo haver
Haver/ a ver
Erro: Esse assunto não tem a haver comigo
Correto: Esse assunto não tem a ver comigo
Explicação: Ter a haver é sinónimo de 'ter a receber', enquanto ter a ver significa 'dizer respeito a..." Se emprestou dinheiro a alguém que ainda não lhe pagou, pode dizer que ainda 'tem a haver esse dinheiro', por exemplo.
Ir de encontro a/ ir ao encontro de
Erro: Isso vai de encontro à minha proposta
Correto: Isso vai ao encontro da minha proposta
Explicação: Estas expressões são completamente opostas. No primeiro caso a ideia é o contrário da minha proposta, enquanto na segunda situação está absolutamente de acordo com ela.
Comprimento/ cumprimento
Erro: Com os meus comprimentos
Correto: Com os meus cumprimentos
Explicação: É um erro muito comum, mas comprimento está relacionado com tamanho e não com saudações ou realizações. O que está correto é dizer o comprimento da sala, o cumprimento de prazos e enviar os cumprimentos a alguém.
Descriminar/ discriminar
Erro: Descrimine os produtos na nota de encomenda
Correto: Discrimine os produtos na nota de encomenda
Explicação: Descriminar é absolver, é declarar alguém inocente, enquanto discriminar significa distinguir, diferenciar.
Auferir/ aferir
Erro: No final do dia, o empregado deve auferir se os valores da caixa conferem com as vendas feitas
Correto: No final do dia, o empregado deve aferir se os valores da caixa conferem com as vendas feitas
Explicação: Estes dois verbos têm significados diferentes. Aferir é conferir, calcular, avaliar. E auferir é ter, obter, ganhar. Exemplo: no novo emprego ele vai auferir um bom ordenado.
Quaisqueres/ quaisquer
Erro: Quaisqueres informações é comigo
Correto: Quaisquer informações é comigo
Explicação: A palavra quaisqueres não existe. O plural de qualquer é quaisquer.
Descrição/ discrição
Erro: Ele age com descrição
Correto: Ele age com discrição
Explicação: Descrição é o ato de descrever alguma coisa, por exemplo, ele fez a descrição da situação. Já discrição significa discreto.
Em mãos/ em mão
Erro: O envelope deve ser entregue em mãos
Correto: O envelope deve ser entregue em mão
Explicação: Assim como não se diz que alguém 'está de pés', também não está correto dizer 'em mãos'. Daí a abreviatura P.M.P, que significa Por Mão Própria.
Na minha opinião pessoal/ na minha opinião
Erro: Na minha opinião pessoal deves candidatar-te ao mestrado
Correto: Na minha opinião deves candidatar-te ao mestrado
Explicação: A sua opinião já é uma opinião própria, não precisa de repetir essa ideia.
Há cinco anos atrás/ há cinco anos
Erro: Há cinco anos atrás ainda estava no secundário
Correto: Há cinco anos ainda estava no secundário
Explicação: É redundante usar 'há' e 'atrás' na mesma frase, porque o verbo haver já se refere a tempo.
Senão/ se não
Erro: Senão consegue entregar o relatório no prazo, avise
Correto: Se não consegue entregar o relatório no prazo, avise
Explicação: Para transmitir a ideia de não conseguir fazer o relatório, o correto é o segundo exemplo. Senão quando escrito numa só palavra tem muitos significados, mas não este.
Fazem agora dois anos/ faz agora dois anos
Erro: Fazem agora dois anos que entrei nesta empresa
Correto: Faz agora dois anos que entrei nesta empresa
Explicação: O verbo fazer quando se refere a tempo é impessoal e deve conjugar-se na terceira pessoa do singular.

pair up!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Análise do poema “No comboio descendente” de Fernando Pessoa e cantado por Zeca Afonso

Fernando Pessoa, pintado por Olinda Gil

Composto por três estrofes de seis versos cada uma, o texto valoriza a sonoridade das rimas.
O traço fundamental da composição é a repetição, tanto na forma da estrofe, métrica e ritmo, como na sua estrutura sintática e recursos da camada sonora, como assonâncias, aliterações.

Fernando Pessoa

No comboio descendente

No comboio descendente
No comboio descendente
Vinha tudo à gargalhada,
Uns por verem rir os outros
E os outros sem ser por nada —
No comboio descendente
De Queluz à Cruz Quebrada...
No comboio descendente
Vinham todos à janela,
Uns calados para os outros
E os outros a dar-lhes trela —
No comboio descendente
Da Cruz Quebrada a Palmela...
No comboio descendente
Mas que grande reinação!
Uns dormindo, outros com sono,
E os outros nem sim nem não —
No comboio descendente
De Palmela a Portimão...

Vamos agora ouvir o poema cantado por Zeca Afonso.

http://www.youtube.com/watch?v=hhlFE0PxsYM



[2.jpg]

Mais que a representação de uma viagem de comboio, alegre e barulhenta, de certa forma longa, entre Queluz e o balneário de Portimão, o poema trata, alegoricamente, do processo de adormecimento, pois, na verdade, descendente é a animação dos viajantes. 
Na primeira estrofe, o clima é de alegria e a camada sonora do texto encarrega-se de marcar esse aspecto, como podemos observar nas aliterações no verso De Queluz a Cruz Quebrada, que, pela repetição da oclusiva velar surda /k/, e pela rima interna /Queluz/ Cruz/, além dos encontros consonantais /kr/ e /br/, materializam o barulho e a confusão reinantes no comboio. Na primeira estrofe do poema existe alegria, gargalhadas, entusiasmo,animação...isto tudo é sinal de juventude (euforia).
Na segunda estrofe, no trecho da viagem entre Cruz Quebrada e Palmela, como a camada fônica pode mostrar, já impera certa calma. Na segunda estrofe as pessoas já se comportam melhor, menos euforia porque nesta altura do comboio as pessoas são crescidas, já há maturidade (moderação).
Na terceira estrofe há uma quebra de expectativa, pois o eu poético rompe a construção paralelística que vem adotando e, em vez de repetir a estrutura dos versos anteriores /Vinha tudo…/ Vinham todos…/ interpõe um outro, de sentido irónico, cujo significado é avesso ao veiculado pelo significante: /Mas que grande reinação!/; A ironia é aclarada pela leitura do verso seguinte: /Uns dormindo, outros com sono/. Finalmente, o último verso /De Palmela a Portimão/, cuja camada fónica é marcada pelo predomínio da nasalidade, pode configurar, no plano do significante, a quietude do ambiente e a serenidade dos passageiros, todos, agora, adormecidos. No plano lexical, o emprego de palavras e expressões coloquiais, reinações e dar trela, indica a valorização da linguagem infantil. Na terceira estrofe as pessoas estão com sono  e cansadas, o que significa a velhice (cansaço).

No comboio descendente ---> mudança de espírito; trajecto, espaço de norte para sul ---> metáfora da vida.

A- Responde às questões: 

1- O poema descreve uma viagem a bordo de um comboio. Faz o percurso desde o ponto 
de partida até ao local de chegada. 
Partida:____________ _________________ ____________ Chegada:__________ 
2- Ao longo do poema, a animação das pessoas vai-se alterando. Estabelece a 
correspondência entre as estrofes e os sentimentos dessas pessoas. 
1ª estrofe *                                   * Cansaço e sonolência 
2ª estrofe *                                   * Interesse e distração 


3ª estrofe *                                    * Alegria e euforia 


B- Seleciona as opções corretas, fazendo uma cruz na resposta certa (cada questão pode ter mais do que uma alínea correta): 
1- A estrutura repetitiva do poema tem como função: 
 ---- provocar animação no leitor; 
 ---- provocar sonolência no leitor; 
 ---- embalar o sono de uma criança. 

2- O comboio é «descendente» porque: 
 ---- está a descer de Norte para Sul; 
 ---- está a descer o país, do Algarve para a Estremadura; 
 ----  a animação das pessoas vai diminuindo. 

3- O poema «comboio descendente» é uma metáfora porque: 
 ---- o comboio vai a cair; 
 ---- está a descer o país, de sul para norte; 
 ---- as 3 estrofes representam as 3 etapas da vida: juventude; 
maturidade e velhice. 

4- No verso 14, «Mas que grande reinação!», 
 ---- o sujeito poético quer dizer que as pessoas estavam muito 
animadas; 
----  existe ironia, porque a animação não era muita; 
---- o sujeito poético quer dizer que as pessoas estavam 
mascaradas de rei. 

5- A linguagem do poema 
 ---- é erudita (elaborada); 
 ---- é próxima da linguagem infantil; 
 ---- é popular. 

6- Escreve sinónimos das palavras 
sublinhadas.


Fonte:
http://opassageiro.wordpress.com/2008/10/10/analise-do-poema-no-comboio-descendente/



domingo, 23 de fevereiro de 2014

Grau dos adjetivos


Aqui fica uma tabela com o grau dos adjetivos: 
Normal
Ele é amigo.

Comparativo
De inferioridade
Ele é menos amigo do que o Miguel.
De igualdade
Ele é tão amigo quanto o Miguel.
De superioridade
Ele é mais amigo do que o Miguel.



Superlativo
Absoluto
Sintético
Ele é amicíssimo.
Analítico
Ele é muito amigo.
Relativo
De superioridade
Ele é o mais amigo do grupo.
De inferioridade
Ele é o menos amigo do grupo.



 ... e a regra:










Comparativo:
de superioridade
Mais ADJ (do) que
de igualdade
Tão ADJ como
de inferioridade
Menos ADJ (do) que






Superlativo:
absoluto
sintético
ADJ + íssimo
Analitico
Muito + ADJ

Relativo
de superioridade
o/a(s) mais ADJ
de inferioridade
o/a(s) menos ADJ









Fontes: