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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Filmes que nos fazem sonhar com PARIS

Há cerca de 20 anos que não vou a Paris, agora que me surgiu a hipótese de um fim de semana a preços imbatíveis vou novamente passear em Paris. Ao longo dos anos tenho visitado a cidade Luz mas através do cinema.

1 - O Último tango em Paris 

Género: Drama
Ano:1972
Diretor:Bernardo Bertolucci
Elenco principal: Marlon Brando e Maria Schneider
Onde se passa: A maior parte do filme passa-se num apartamento vazio perto da pont de Bir-Hakeim, de onde se pode ver o rio Senna.  
Filme para adultos.

2- Paris, te amo (Paris, je t'aime)

Género:Drama
Ano:2006
Diretor: Joel Coen, Walter Salles, vários.
Elenco principal: Bruno Podalydès, Florence Muller, Leila Bekhti, Cyril Descours, etc.
Onde se passa: O filme é feito de diversas histórias, cada uma passada num bairro diferente de Paris, é um conjunto de 21 curtas, todos sobre a cidade de Paris. Cada um deles tem cinco minutos de duração e foram feitos por diretores diferentes. 
 3 - O Corcunda de Notre dame (The Huntchback of Notre Dame)

Género: Animação
Ano: 1996
Diretor:Gary Trousdale, Kirk Wise
Elenco principal: O famoso corcunda e a cigana Esmerlda.
Onde se passa: Na igreja de Notre Dame durante a Idade Média.
4 - Meia noite em Paris (Midnight in Paris)

Género:Comédia Romântica
Ano:2011
Diretor:Woody Allen
Elenco principal:Rachel McAdams e Owen Wilson
Onde se passa:Na Paris de hoje e na Paris dos anos 20. O filme é uma comédia romântica que conta a história de Gil, um escritor americano que vai com a noiva e a família dela para Paris, cidade que ele ama. Lá, durante a noite, ele sai para passear e pela meia-noite, o escritor é transportado para a Paris dos anos 20, onde conhece artistas e personalidades que frequentavam a "cidade luz" naquela época. 
5 - O fabuloso destino de Amélie Poulain
(Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain)

Género:Comédia
Ano:2001
Diretor: Jean Pierre Jeunet
Elenco principal:Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Rufus, Yolande Moreau.
Onde se passa:Principalmente nas ruas de Montmartre. Um dia, Amélie se muda da casa onde morava com a família para um bairro parisiense chamado Montmartre. Lá, ela começa a trabalhar como garçonete. Sua vida começa a mudar quando ela encontra uma caixa escondida no banheiro da sua casa e decide procurar o antigo morador para devolver o objeto. Quando ela finalmente encontra o cara, ele fica bem emocionado de ter recebido sua caixa de volta. A partir daí, Amélie passa a ajudar mais as pessoas que estão à sua volta. 
6 - Os sonhadores (The dreamers)

Género:Drama
Ano: 2003
Diretor:Bernardo Bertolucci 
Elenco principal: Michael Pitt, Louis Garrel, Eva Green, Robin Renucci.
Onde se passa: No quartier Latin e na Université de la Sorbonne.


7- Antes do pôr do sol (Before Sunset)

Género:Romance
Ano:2004 
Diretor: Richard Linklater
Elenco principal: Ethan Hawke e Julie Delpy.
Onde se passa: Em vários pontos turísticos de Paris, principalmente na margem do Senna.










8 - Piaf: um hino ao amor (La môme)


Género:Drama
Ano:2007
Diretor: Olivier Dahan
Elenco principal: Marion Cotillard, Sylvie Testud, Pascal Greggory, Emmanuelle Seigner
Onde se passa: Na Paris dos anos 40.


9 - Moulin Rouge: o amor em vermelho

Género:Musical
Ano:2001
Diretor: Bazmark Luhrmann
Elenco principal: Ewan McGregor, Nicole Kidman, John Leguizamo, Jim Broadbent.

Onde se passa:No famoso cabaré Moulin Rouge que fica no bairro de Pigalle. Christian é um escritor que, um dia, se muda para o bairro de Montmartre, em Paris. Depois de se mudar, ele conhece a boate Moulin Rouge e acaba se apaixonando por uma das mulheres que trabalham lá. 





10 - Ratatouille

Género:Animação
Ano:2007
Diretor: Brad Bird
Elenco principal: O ratinho Remy e o ajudante Lou Romano

Onde se passa: Nos esgotos de Paris e nos melhores restaurantes da capital...O ratinho Remy, que é muito esperto e adora cozinhar. Um dia, ele perde-se da sua família e vai parar a Paris, uma das cidades mais importantes quando o assunto é gastronomia. Lá, ele vai trabalhar no restaurante de um dos chefes de cozinha mais famosos do mundo e, claro, arranja muita confusão.

11 - Paris-Manhattan 


A francesa Alice é apaixonada pelo diretor de cinema Woody Allen desde que tinha 15 anos. Ela cresceu e continuou fã do diretor - às vezes, ela até tem conversas imaginárias com ele. Alice é bonita e independente, mas ainda não conseguiu encontrar um marido. A família tenta ajudá-la nessa missão. Tudo muda quando ela conhece Victor, um cara que, para a sua surpresa, nunca viu nenhum filme do Woody Allen. O filme é uma comédia romântica.

Outros filmes bons:
Comédias:

Fontes:
http://capricho.abril.com.br/vida-real/7-filmes-sonhar-paris-747032.shtml
http://oguiadeparis.blogspot.pt/2011/08/dez-melhores-filmes-passados-em-paris.html
http://www.conexaoparis.com.br/2010/03/10/filmes-onde-pode-se-ver-a-cidade-de-paris/

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

15 filmes a não perder segundo a revista Bula

A Felicidade Não se Compra, de Frank Capra

A Felicidade Não se Compra
O mais belo filme de Natal de todos os tempos. Essa é uma definição perfeita para “A Felicidade Não se Compra”. Mas o filme de Capra vai além. Filmado em 1946, é um retrato do apogeu estilístico da “Era de Ouro” de Hollywood, quando os filmes eram feitos para enaltecer as qualidades morais do indivíduo, além de elevar a autoestima da população. A fábula da cidade de Bedford Falls, do homem que é visitado por um anjo ao bater as portas do suicídio, é um daqueles casos raros em que um filme é capaz de salvar vidas.

Era Uma Vez em Tóquio, de Yasujiro Ozu

Era Uma Vez em Tóquio
Filme que assinala a maturidade artística de um dos maiores cineastas do século 20, o japonês Yasujiro Ozu. Com sua câmera parada, Ozu tinha a pretensão de captar a vida em sua fluidez natural. Nascia a estética do anticinema, oposição à grandiloquência hollywoodiana. O resultado é um filme lento (talvez o mais lento da história), a contar a saga do casal de idosos que viaja a Tóquio para rever seus filhos. E é exatamente esse compromisso inarredável com os detalhes que torna tão importante resgatar o cinema de Ozu: como estamos a viver na era da modernidade líquida (BAUMAN), no bojo da qual a velocidade fragiliza os laços humanos, a lentidão narrativa de “Era Uma Vez em Tóquio” contraria o porvir, a configurar-se num invulgar ato de resistência do artista (que enfrenta as pressões estéticas do seu tempo) e do público (que assim demonstra seu amor à potencialidade narrativa do cinema).

A Fraternidade é Vermelha, de Krzysztof Kieslowski

A Fraternidade é Vermelha
O problema com trilogias fílmicas é o risco que o diretor corre de não conseguir sustentar um padrão elevado de qualidade em todas as películas (vide o exemplo de Francis Ford Coppola, que, após dirigir com brilhantismo as duas primeiras partes de “O Poderoso Chefão”, falhou miseravelmente ao encerrar a saga da família Corleone). O polonês Krzysztof Kieslowski, felizmente, evitou esse risco. Sua ambiciosa Trilogia das Cores já tinha produzido dois filmes exitosos (“A Liberdade é Azul” e “A Igualdade é Branca”) quando veio à lume “A Fraternidade é Vermelha”, de 1994. De fato, Kieslowski reservou o melhor de sua trilogia inspirada nas cores da bandeira francesa para o capítulo final. Ao narrar história do juiz aposentado que espiona seus vizinhos, o diretor posiciona a bela Valentine como epicentro da compaixão fraternal que se pode transmudar no amor contrito — o único capaz de redimir a solidão e a tristeza de toda uma vida.

Cidadão Kane, de Orson Welles

Cidadão Kane
Este é um caso curioso de um filme que me parece prejudicado pelo prestígio que alcançou merecidamente junto à crítica. Incensado como “o melhor filme de todos os tempos”, enriquecido com centenas de teses acerca da correta interpretação do “Rosebud”, admirado pela técnica do diretor, empregada na condução de uma narrativa complexa, muita vez falta quem diga que a história do magnata que constrói um império jornalístico e tenta ingressar na vida política é bastante atual, especialmente no Brasil, que é pródigo em formar seus “Cidadãos Kane”. A diferença é que por aqui a vida pessoal desses magnatas não costuma ser infeliz como a de Charles Foster Kane. O “Cidadão Kane” brasileiro não tem escrúpulos.

Close-up, de Abbas Kiarostami

Close-up
O Irã é um país muito conhecido dos brasileiros pela polêmica política externa que adota. É uma pena que se resuma a isso. A milenar cultura persa, de que o povo iraniano é herdeiro, é riquíssima. Tão rica quanto o cinema que se faz por lá. “Close-up”, filme de 1990 do diretor Abbas Kiarostami, é um exemplo primoroso disso. A história de Sabzian, um homem tão apaixonado por cinema que forja a própria identidade autoral para enganar uma família, entrelaça documentário e ficção de maneira brilhante, a permitir uma salutar reflexão quanto aos limites da impostura (na vida como na arte cinematográfica).

A Separação, de Asghar Farhadi

separacao
Outra pérola recente do cinema iraniano. Um filme de 2011 que põe o dedo na ferida das tradições familiares de um país de moral teocrática rígida. O processo de divórcio do casal Nader e Simin serve como pretexto para atualizar a discussão em torno da fragilidade dos laços humanos num mundo de instituições anacrônicas. Decisões dramáticas, em princípio de consequências unilaterais, reverberam em estereotipagens consagradas (o papel da mulher na família) e na vida de terceiros, a causar o desfazimento não só da relação conjugal, mas a separação de muitos outros valores.

Casablanca, de Michael Curtiz

Casablanca
A história de encontros e reencontros da vida retratada com uma beleza poética indescritível. Um amor genuíno, que a guerra separou em Paris, tem a chance de acertar as contas em Casablanca (Marrocos). Rick, o insensível proprietário do bar, defronta-se com a amargura do amor perdido, que torna a assombrá-lo com a volta de Ilsa, que ele descobre casada com Victor Laszlo, o líder da resistência que planeja escapar à perseguição nazista. Estaria Rick disposto a ajudar Laszlo, mesmo que isso acarretasse a perda do amor de sua vida? É o tipo de pergunta que só pode ser respondida em “Casablanca” ao som de “As Time Goes By”.

No Tempo das Diligências, de John Ford

No Tempo das Diligências
John Ford eternizou-se em 1956 com “Rastros de Ódio”, sua obra-prima, presença constante na lista dos melhores filmes de todos os tempos. Mas o diretor dos filmes de faroeste começou a dar mostras do seu talento bem antes. Com “No Tempo das Diligências”, de 1939, Ford funda os estereótipos que permeariam boa parte das narrativas ambientadas no Velho-Oeste a partir de então: o xerife impoluto, o banqueiro cainho, o bêbado inconveniente, o anti-herói sedento de vingança, o ataque dos índios às diligências, as belas mulheres que convém proteger (e esposar). Eis aí um elenco de personagens carismáticos que, uma vez reunidos numa diligência, terão de enfrentar os perigos da travessia enquanto aprendem a difícil arte da convivência humana.

Onde começa o inferno, de Howard Hawks

Onde Começa o Inferno
O título nacional pomposo (mas que eu adoro) ignora o quanto de humor Hawks inseriu no seu filme. Os estereótipos que “No tempo das Diligências” ajudou a fundar em 1939 apresentam-se já consolidados neste filme de 1959: o xerife Chance, seu ajudante alcoólatra Dude, o vaqueiro egoísta Colorado Ryan (que faz, quando em quando, o papel de anti-herói), a beldade Feathers. É um filme que mostra como as relações locais de poder podem subjugar a autoridade do Estado — tese figurada no grupelho, liderado pelo xerife, que tenta resistir heroicamente à invasão à delegacia comandada pelo poderoso rancheiro Nathan Burdette. A cena em que Colorado e Dude, sitiados na delegacia, principiam a cantar “My Rifle, My Pony and Me”, de Dean Martin, é tão cativante que dá vontade de pegar o violão e cantar junto!

Ladrões de Bicicleta, de Vittorio de Sica

Ladrões de Bicicleta,
Fortemente influenciado pelas consequências que a 2ª Guerra Mundial impôs à população italiana na década de 1940, o movimento neorrealista tem em “Ladrões de Bicicleta”, de 1948, um de seus exemplares mais bem realizados. O diretor Vittorio de Sica conduz a narrativa de maneira pungente. O desemprego assola o país arrasado pelo conflito bélico. Os homens saem à cata de trabalho, necessitados que estão em pôr comida na mesa de suas famílias. É nesse contexto pobríssimo que Ricci consegue, após muita dificuldade, um emprego. Sua função é colar cartazes nas ruas. Seu instrumento de trabalho é a bicicleta. Ricci se desfaz de toda sua parca economia. Compra uma bicicleta, mas ela é roubada. Desesperado, temente ao desemprego, Ricci parte com seu filho Bruno numa jornada incansável pelas ruas da cidade, a farejar o rastro do ladrão. Se falhar, sua pena (e a de sua família) é a miséria. “Ladrões de Bicicleta” é, sem dúvida, um dos filmes mais tristes de todos os tempos. Uma obra-prima.

8½, de Federico Fellini

8½
O que torna “8½” tão especial é a ousadia do seu diretor. Com esse filme, Fellini desconstrói os modelos narrativos lineares do cinema. Para desenvolver a trama derredor do cineasta Guido Anselmi, atormentado por uma crise criativa que obstaculiza suas ideias, impedindo-o de conceber novos filmes, o diretor italiano optou por criar uma atmosfera onírica, que a todo o momento leva o expectador a questionar se o que vê é sonho ou realidade (ou mesmo nenhum dos dois). É um filme de difícil compreensão por parte do público que se acostumou a pensar que uma história deve ter começo, meio e fim (ainda que alguns dos elementos estejam invertidos na urdidura narrativa). Em “8½”, tudo que há são metáforas visuais fantasmáticas que se misturam a lembranças oriundas duma mente atormentada por uma tríade de fracassos: o artístico, o moral (repressão religiosa) e o amoroso (as mulheres que não soube amar).

Drive, de Nicolas Winding Refn

Drive
“Drive”, do dinamarquês Nicolas Winding Refn, é um exemplo maravilhoso de como um blockbuster de ação, quando bem dirigido, pode atingir a excelência fílmica. A história do dublê de cinema que à noite trabalha como piloto de fuga, ajudando bandidos, impressiona pelas referências estéticas (fortemente inspirada nos filmes da década de 1980), pela fotografia (a cidade escura) e pelo ritmo da narrativa, que alterna lentidão e celeridade, delicadeza e violência extrema. A cena do beijo no elevador entre o motorista (o protagonista não tem nome) e Irene é de uma sensibilidade artística tão grande que vale mais que todas as comédias românticas já produzidas em Hollywood.

Deixa Ela Entrar, de Tomas Alfredson

Deixa Ela Entrar
A exploração do mito do vampiro numa perspectiva antivampiresca. Parece contraditório? Pois é, já que o suspense “Deixa Ela Entrar”, do sueco Tomas Alfredson, consegue se apropriar da figura estereotípica do vampiro (no caso, a vampira Eli) qual uma ponte para desenvolver uma trama psicologicamente violenta sobre o bullying e a solidão pubescente. Méritos do diretor, que, para criar um clima sombrio e atemorizante, não precisou socorrer-se do “terror de açougueiro”, despejando litros de sangue e violência gratuita, prática cretina que veio a vulgarizar-se na indústria. Experimente convidar a namorada para ver o filme, alegando tratar-se de spin-off europeu de “Crepúsculo”, e surpreenda-a com um lindo tratado psicológico sobre a crueldade e a solitude humanas.

Aguirre – a Cólera dos Deuses, de Werner Herzog

Aguirre – a Cólera dos Deuses
No século 16, conquistadores espanhóis partem numa expedição em busca do Eldorado. Mas a selva amazônica reserva-lhes muitos perigos além dos ataques dos nativos. O ambicioso Lope de Aguirre assume o comando e lidera o grupo numa incursão suicida em busca de ouro. Esse é o mote desta produção alemã, de 1972, de alta densidade psicológica. Seu diretor Werner Herzog prima pela abordagem da loucura, a filmar cenas lindas de uma natureza selvagem que aprofunda o isolamento e a angústia dos conquistadores, na medida em que os aproxima mais e mais da morte. Destaque para a atuação de Klaus Kinski. Sua personagem Aguirre quase não fala; toda sua demência é denunciada por uma postura corporal trôpega e um olhar insano como poucas vezes se viu no cinema. Coisa de gênio.

O Pagador de Promessas, de Anselmo Duarte

O Pagador de Promessas
O cinema brasileiro contemporâneo tem rendido muita porcaria (essas comédias escrachadas, que mais parecem telenovelas globais com uma hora e meia de duração, são vergonhosas), mas muita coisa boa também (“Lavoura Arcaica”, de Luiz Fernando Carvalho, “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles, “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho, e as duas partes de “Tropa de Elite”, de José Padilha, são ótimos exemplos de cinema nacional de qualidade). Apesar disso, faço gosto em citar “O Pagador de Promessas”, de 1962. Eis aí um filme mais lembrado pela premiação que levou (a Palma de Ouro em Cannes) que propriamente assistido. Na verdade, a película de Anselmo Duarte, que narra a jornada do Zé do Burro, o campônio que atravessa o sertão baiano a carregar a cruz redentora de sua promessa, é uma bonita representação da riqueza cultural brasileira, sem descuidar da crítica mordaz à burocracia eclesiástica que corrói a fé ao erguer muros discriminatórios e excludentes dos devotos.
Fonte: 
http://www.revistabula.com/1800-15-filmes-que-sao-diamantes-para-o-cerebro/

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

O Novo Mundo-Um filme bom para o 6º e 8º anos

O Novo Mundo
O Novo Mundo
  • Lançamento
     (2h15min)
  • Dirigido por
  • Com
  • Género
  • Nacionalidade
  • Sinopse

    No início do século XVII poucas mudanças haviam ocorrido na América do Norte. Apesar de ter sido descoberto em 1492, o continente continuava a ser uma grande área de mata primitiva, aparentemente interminável, habitada por várias tribos indígenas.
  •  Em 1607, três embarcações inglesas, financiadas pela London Virgínia Company, partem ao longo do oceano atlântico rumo a novos territórios, na esperança de encontrarem os lendários tesouros e ouro.
  • Ao desembarcarem em James River, na Virgínia, estabelecem a colónia de Jamestown. A maioria dos 103 colonos do grupo original, eram aristocratas mal preparados para as condicionantes do Novo Mundo, pelo que as condições de vida na colónia se degradam ao ritmo que se desvanece a esperança de encontrar ouro...
  • A história começa em Abril de 1607 quando as três pequenas naus, que levavam 103 homens, partem da Inglaterra para este mundo pouco conhecido, com o objectivo de estabelecer nele raízes culturais, religiosas e económicas.
  • No navio Susan Constant, o principal da frota, está John Smith (Colin Farrell), um homem de 27 anos que foi condenado à forca por insubordinação e está agora acorrentado  na parte de baixo do convés. Quando o navio aporta John é libertado pelo capitão Christopher Newport (Christopher Plummer), que considera que seus talentos podem ser úteis para que a tripulação sobreviva neste mundo desconhecido.
  • Os navios ingleses aportam, sem saber, no meio de um império indígena sofisticado, que é governado por Powhatan (August Schellenberg). Os ingleses enfrentam dificuldades para se adaptar a este novo mundo, o que faz com que John busque ajuda junto dos homens da tribo local. É quando ele encontra uma jovem impulsiva e voluntariosa, apelidada pela família e amigos de Pocahontas (Q'Orianka Kilcher), que é também a filha preferida de Powhatan. Em pouco tempo surge a paixão entre John Smith e Pocahontas, o que faz com que eles tenham que enfrentar a resistência de ambos os lados.
  • Vê o filme:
  • Fontes: