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sexta-feira, 14 de março de 2014

O meu fim-de-semana em Paris

Eu sempre fui uma apaixonada pela História, não sei a razão de gostar tanto de História e de ter prazer em estudá-la e de saber cada vez mais. Ela sempre foi a minha disciplina preferida e muito cedo, lá pelo 8º ano, decidi que ia ser professora de História. Para os meus colegas era uma ideia estranha pois a História pode ser uma coisa muito monótona durante a adolescência.

Penso que foi nas aulas de História do 8º ano, enquanto aprendia os factos da Revolução Francesa, que comecei a sonhar com Paris e em visitar os seus monumentos.



Dizer que Paris é linda é absolutamente óbvio, a cidade tem um significado único para cada um de nós e depende da nossa cultura, sensibilidade histórica, gosto e formação pessoal.
Os bairros mais importantes que queria conhecer eram o "Quartier Latin", situado na famosa margem esquerda do Sena. O "Marais", bairro repleto de artistas e pessoas do mundo da moda. E Montmartre, com a sua famosa Place du Tertre, os seus pintores e artistas de rua, cafés, esplanadas e restaurantes.
Logo que cheguei, só pensava em ver e subir ao último andar da Torre Eiffel, queria convencer-me de que estava em Paris, de que não estava a sonhar...
O rio Sena, divide Paris em duas partes, com bancos para relaxar, pontes lindas para ligar os dois lados e os famosos “Bateaux Mouches”, que percorrem vários pontos turísticos da cidade e que valem muito a pena. Adorei as praças, os jardins, as ruas, os cafés, os parques, os monumentos, as esplanadas, o rio Sena...
Além de museus, lojas e cafés maravilhosos, existem vários parques e áreas verdes imperdíveis em Paris:
Jardin du Tuileries: Lindo jardim na frente do Museu do Louvre.
Parc du Champ de Mars: Um óptimo lugar para relaxar abaixo da Torre Eiffel.
Jardin de Trocadero: Pequeno jardim do lado oposto do rio, onde fica a Torre Eiffel.
Jardin de Luxembourg: Localizado no 5º Arrondissement, é um dos mais famosos jardins de Paris e também o meu preferido, onde se vê o  Palais du Luxembourg, uma das construções mais bonitas de Paris.
Construída no século XIX, a Torre Eiffel é o monumento mais visitado do mundo!
Todos os anos, milhões de turistas sobem até o topo da torre, onde é possível ver toda a cidade. Para chegar até lá, é preciso adquirir os bilhetes para os elevadores do primeiro e do segundo nível. Ao todo são três níveis abertos para visita, e para chegar ao segundo nível podem subir-se cerca de 300 degraus. O acesso ao terceiro nível é feito somente através de elevadores.

O Moulin Rouge, que em português significa Moinho Vermelho, é um famoso e tradicional cabaré de Paris. O cabaré continua em funcionamento para aqueles que gostam da vida boémia da cidade, e querem reviver o ambiente da Belle Époque. Muito visitei eu em 3 dias, 7, 8 e 9 de Março... o resto ficará para depois.





Não podia deixar de conhecer a Basílica de Sacré-Coer e Montmartre, aqui fiquei a conhecer os locais que aparecem no filme "O Fabuloso Destino de Amélie". A Basílica está localizada no ponto mais alto da cidade, no monte Martre. Após a sua construção, este tipo de arquitetura serviu de inspiração para várias outras catedrais e basílicas ao redor do mundo. O aspecto boémio de Montmartre também tem sua história. Os bares populares com pistas de dança, as famosas guinguettes, atraíram multidões desde o final do final do século XVIII. As pessoas dançavam e bebiam por preços mais baixos em cenários campestres, Montmartre ainda era o campo, longe da cidade.

O pintor Renoir imortalizou um destes lugares, o Moulin de la Gallete, aberto até hoje. A obra acima – Bal au moulin du moulin de la Galette –  encontra-se no Musée d’Orsay.
O período mais glorioso de Montmartre situa-se entre 1900-1914, quando artistas, pintores, escultores, escritores invadiram a área atraídos pela luz e claridade da colina e alugueres mais baratos. Nesta época, a praça Emile Goudeau – berço da arte moderna – foi o endereço de vários deles, inclusive Picasso.
Eles moravam no Bateau Lavoir, antiga fábrica de pianos transformada em ateliers para os artistas. Em 1904, Picasso, ainda pobre, mora em um desses ateliers. O Bateau Lavoir era um lugar precário, onde os moradores gelavam no inverno e se sufocavam no verão. Em 1907 Picasso pintou Les Demoiselles d’Avignon neste endereço.
Mas a história de Montmartre está longe de terminar, o seu charme está intacto. Como prova, o imenso sucesso do filme "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain".
Considerado o mais importante museu do mundo, e o mais visitado, o Museu do Louvre é onde se encontra um acervo com importantes obras como a Mona Lisa e a Vénus de Milo, e artistas como Goya e Miguel Ângelo.





O estilo gótico da arquitetura da catedral que é uma das mais antigas da França encanta a todos. Além disso, os quase duzentos vitrais presentes ali também são de tirar o folego! Todo o interior da catedral, os sinos, os órgãos e os vitrais compõem uma das mais belas atrações da cidade.
Há mais ou menos vinte anos tinha visitado Paris só de passagem, em viagem da Alemanha para o sul de França, nessa altura fui visitar o "Futuroscope", de que falarei noutro post. E em todos estes anos fiquei a sonhar com Paris através do cinema, da leitura e da pintura...
Paris é dividida em 20 bairros numerados, ou arrondissements, organizados em espiral a partir do coração da cidade, onde estão a estação de Châtelet (a mais movimentada) e o Louvre.

Quanto mais baixo é o número do arrondissement, mais central é a sua localização. Tentei ficar entre os arrondissements 1 e 6 (Châtelet/Louvre, Bourse, Marais, île St.-Louis, Quartier Latin, Sorbonne, St.-Germain), e chega-se mais depressa a qualquer canto da cidade.




 Todos esses lugares que visitei e onde tirei dezenas de fotografias, lembravam-me filmes e acontecimentos históricos, fizeram com que deseje voltar sempre e também me fizeram desejar nunca mais sair dali.
Digo também isto porque, a meu lado, no avião de regresso, vinha um português que vive há 50 anos nos arredores de Paris e nunca tinha visitado os monumentos que eu visitei num fim-de-semana. No entanto, desloca-se lá com bastante frequência, em viagens de trabalho.
Tive a sorte de ter um amigo em França que se disponibilizou a ir buscar-nos e levar-nos  ao aeroporto, a mostrar-nos Paris, acompanhando-nos de carro por toda a cidade. Os lugares ligados à revolução que ficam dentro de Paris estão situados num perímetro de cerca de 5 quilómetros. É possível percorrer isso em duas horas a pé e em meia hora de carro, dependendo do trânsito que é normalmente infernal. Nada sobrou da Bastilha – a prisão e fortaleza foi totalmente destruída em 1789 – mas passa-se pela praça que lembra a sua existência e  pensa-se no avanço dos filhos da pátria e no fim do direito divino dos reis.

  E ainda há muito mais para visitar numa próxima vez, a Place du Châtelet e o "Les Invalides", onde está o túmulo de Napoleão I, o Bonaparte. E, a cerca de 20 quilómetros de Paris, está Versalhes, um palácio de 700 quartos, que pertencia à  família real francesa (e depois ao imperador Napoleão I) que foi cercado pelos revolucionários em 1789...





Fontes:
http://zenpasstravel.wordpress.com/2010/11/01/a-torre-eiffel-3/
http://blogdotiburon.com/2013/12/02/paris-dia-3/
http://viagens-a-2.blogspot.pt/2007/08/paris.html
http://www.360meridianos.com/2011/11/monumentos-de-paris-historia.HTML

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

PLANIFICAÇÃO ANUAL DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL - 6º Ano

Programa de História e Geografia de Portugal - 2.º Ciclo - 6º ano
 


2.4. PORTUGAL NOS SÉCULOS XV E XVI

2.4.1 De Portugal às ilhas e ao Cabo da Boa Esperança
2.4.2 A chegada à Índia e ao Brasil
2.4.3 O Império Português no século XVI








Arquipélagos da Madeira e dos Açores:

· · os traços morfológicos e os cursos de água;
· · o clima e a vegetação natural;
· · recursos naturais, colonização e actividades económicas.
Os territórios na África, Ásia e América:
· · os recursos naturais e as actividades económicas;
· · a diversidade étnica e cultural das populações;
· · colonos, mercadores e missionários.
2.4.4 A vida urbana no século XVI — Lisboa quinhentista
Elementos do estilo Manuelino
 
· · O crescimento da cidade
· · O porto de Lisboa e o comércio
· · A corte e as criações culturais
Conceitos/noções básicas:
· · Expansão marítima
· · Arquipélago*
· · Vento
· · Corrente marítima
· · Meridiano
· · Paralelo
· · Caravela
· · Nau
· · Carta náutica
· · Astrolábio
· · Quadrante
· · Capitania
· · Missionação
· · Colonização
· · Escravo
· · Etnia
· · Migração
· · Emigração
· · Imigração
· · Planta*
· · Situação
· · Monopólio
· · Especiarias
· · Arte Manuelina
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS

— Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· · relacionem a expansão marítima com factores físicos e humanos, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade;
· · reconheçam o contributo das grandes viagens para o conhecimento da Terra; reconheçam os principais contrastes na distribuição dos elementos naturais, nos arquipélagos da Madeira e dos Açores;
· · reconheçam diferenças nos modos de vida dos povos contactados pelos Portugueses;
· · desenvolvam os conceitos de diferença/contraste através do conhecimento dos modos de vida dos vários grupos sociais da Lisboa quinhentista;
· · distingam diferenças entre este período e a nossa época, sensibilizando-se para o conceito de mudança;
· · reconheçam valores patentes em acções individuais ocorridas no quadro da expansão marítima;
· · desenvolvam atitudes de respeito para com povos de culturas diferentes;
· · reconheçam alterações que a expansão operou em Portugal e noutras regiões do mundo, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade.

 
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS

INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS


— Sugere-se que:
· · se efectue o estudo das viagens de exploração altântica de forma sucinta, acentuando-se a progressão espacial e referindo-se a importância dos ventos e das correntes marítimas nas rotas seguidas;
· · se destaque a acção do Infante D. Henriques e de D. João II nas iniciativas de expansão marítimas, e se refiram algumas motivações para a realização das viagens;
· · se seleccione a viagem de Vasco da Gama ou de Pedro Álvares Cabral para exemplificação das condições concretas das grandes viagens marítimas;
· · se localizem os territórios do Império Português no século XVI, evidenciando a posição das ilhas atlânticas relativamente aos continentes europeu, africano e americano;
· · se evidenciem, no estudo dos traços morgológicos dos arquipélagos da Madeira e dos Açores alocalização das maiores e menores altitudes, a disposição do relevo em relação à costa e as características dos cursos de água, referindo os condicionalismos impostos à fixação humana pelo relevo;
· · se evidencie a distribuição da temperatura e da vegetação nos dois arquipéalgos, salientando a existência de variações climáticas regionais;
· · se refiram as condições climáticas regionais;
· · se refiram as condições climáticas e de vegetação que permitiram a fixação de colonos e a intordução de novas espécies vegetais;
 
· · se aborde de forma sucinta a diversidade étnica e cultural das populações dos territórios na África, América e Ásia, destacando as características mais facilmente observáveis realtivas aos modos de vida dominantes;
· · se acentue o papel de colonos mercadores e missionários na dinamização de permutas culturais;
· · se evidencie a situação da cidade de Lisboa em relação ao País e à região e a importância do sítio, referindo o papel das ribeiras e vales que permitiram o crescimento da cidade, bem como a construção de duas cercas sucessivas e a expansão;
· · em direcção ao Terreiro do Paço, Ribeira e Santos;
· · se refiram, de forma sucinta, como aspectos marcantes da vida quotidiana no porto da Lisboa quinhentista: o movimento comerical marítimo, a vida dos burgueses e da gente do mar, a permanência de mercadores estrangeiros, a existência de elevado número de escravos, a movimentação das gentes, a construção naval e as actividades artesanais;
· · se sublinhe a importância da Corte como centro cultural, destacando as principais criações deste período.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES

— Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· · continuação da organização do atlas da aula;
· · continuação da construção do friso cronológico;
· · registo, num planisfério, de intinerários seguidos pelos navegadores;
· · observação de mapas com as correntes máritimas e os ventos, e comparação com as rotas seguidas;
· · observação e interpretação de mapas com as áreas do Império Português no século XVI;
· · observação e interpretação de mapas hipsométricos das ilhas;
· · observação de gráficos de temperatura e precipitação, de estações meteorológicas situadas nos arquipélagos;
· · observação e interpretação sumária de mapas com a distribuição da precipitação nas Ilhas e sia comparação com o mapa hipsométrico; museu com testemunhos deste período;
· · actividades multidisciplinares com Língua Portuguesa, Educação Visual e Tecnológica, Educação Musical e Ciências da Natureza.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 16
 
2.5 DA UNIÃO IBÉRICA À RESTAURAÇÃO

2.5.1 A morte de D. Sebastião e a sucessão ao trono
2.5.2 O domínio filipino e os levantamentos populares
2.5.3 A revolta do 1.º de Dezembro de 1640 e a Guerra da Restauração

Conceitos/noções básicas:
· · Restauração
· · Motim
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS

— Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· · reconheçam acontecimentos que produziram alterações em Portugal neste período, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade;
· · reconheçam a acção de indivíduos ou grupo na resistência ao domínio espanhol;
· · reconheçam valores éticos patentes em acções individuais ou colectivas.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS

INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS


— Sugere-se que:
· · se referencie, na abordagem à crise política surgida com a morte de D. Sebastião, a batalha de Alcácer-Quibir e se identifiquem os principais pretendentes à sucessão do Cardeal D. Henrique;
· · se refira a acção de D. António Prior do Grato como tentativa de resistência à invasão de Portugal pelo exército espanhol e à instauração da União Ibérica;
· · se destaquem, na abordagem ao período filipino, a duração da União Ibérica e os motins populares, surgidos no final deste período, como manifestações de descontentamento face ao domínio espanhol e às difícies condições de vida;
· · se baseie o tratamento da Revolta de 1640 na descrição/narração dos principais acontecimentos quie estiveram na origem da subida ao poder de D. João IV;
· · se efectue uma referência à longa duração da Guerra da Restauração e se seleccionem, para descrição e se seleccionem, para descricção/narração, alguns episódios militares deste período.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES

— Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· · continuação da organização do atlas da aula;
· · continuação da construção do friso cronológico;
· · análise de árvores genealógicas simplificadas com a ascendência de Filipe II, de D. António Prior do Crato e de D. João IV;
· · observação de um mapa de localização das principais batalhas e das principais localidades fortificadas neste período;
· · análise e comentário de textos e/ou documentos adaptados relativos a este período;
· · observação/leitura e comentário de gravuras, diapositivos, diaporamas, filmes ou banda desenhada relacionados com acontecimentos ocorridos neste período;
· · visita a locais onde existam fortalezas da época, caso esses locais estejam próximos do local onde os alunos vivem;
· · dramatização de episódios relacionados com a restauração da independência, em articulação com as actividades da Área-Escola.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 4

2.6 PORTUGAL NO SÉCULO XVIII**

2.6.1 O Império Colonial português do século XVIII
· · A extensão dos territórios
· · Recursos naturais e actividades económicas
· · Os movimentos da população; o tráfico de escravos
2.6.2 A sociedade portuguesa no tempo de D. João V








2.6.3 Lisboa pombalina




Conceitos/noções básicas:
· · Inquisição
· · Cristão-novo
· · Monarquia absoluta
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS

— Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· · relações entre as formas de organização do espaço português no século XVIII e os elementos naturais e humanos;
· · reconheçam diferenças nos modos de vida dos diversos grupos sociais, sensibilizando-se para os conceitos de diferenças/contraste;
· · estabeleçam diferenças entre este período e a nossa época sensibilizando-se para o conceito de mudança;
· · desenvolvam atitudes de respeito e de solidariedade para com pessoas e povos de culturas diferentes;
· · reconheçam no património cutlural testemunhos deste período, sensibilizando-se para os conceitos de permanência e de mudança;
· · desenvolvam o sentido estético, através da apreciação de criações artísticas e literárias deste período.
 
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS

INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS


— Sugere-se que:
· · se evidencie a importância que o Brasil teve neste período, no conjunto das colónias portuguesas;
· · se efectue o estudo dos recursos naturais, relacionando os produtos vegetais, animais e minerais com as suas regiões de origem e pondo em evidência a importância das novas culturas introduzidas em Portugal continental (milho e batata);
· · se refiram as principais actividades económicas, no reino e no Brasil, a partir do estudo de exemplos da vida quotidiana;
· · se relacione a intensificação das correntes migratórias para o Brasil com a cultura do açúcar e a exploração mineira;
· · se caracterize, através de exemplos da vida quotidiana, a sociedadede portuguesa no tempo de D. João V, referindo,n omeadamente, o papel da Inquisição;
· · se identifiquem, a propósito da abordagem da vida quotidiana no tempo de D. João V, exemplos de manifestações de poder absoluto (o fasuto da Corte, as cerimónias públicas e as construções monumentais);
· · se saliente, no estudo da vida em Lisboa no tempo do Marquês, o papel centralizador e o carácter inovador da sua acção do espaço da Lisboa reconstruída.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES

— Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· · continuação da organização do atlas da aula;
· · continuação da construção do friso cronológico;
· · construção do planisfério com a extensão do Império Português no século e comparação com o mapa elaborado para o século XVI;
· · localização das principais regiões de produção açucareira e de exploração mineira no Brasil;
· · leitura e interpretação da gráficos e quadros relativos à imigração no Brasil, à produção de açúcar e às remessas de ouro brasileiro para Portugal;
· · análise e comentário de textos e/ou documentos adaptados das sociedades portuguesa e brasileira neste período;
· · observação da planta da cidade de Lisboa reconstruída e comparação reconstruída e comparação com as plantas de épocas anteriores;
· · observação/leitura e comentário de gravuras e diapositivos, filmes ou banda desenhada sobre este período;
· · reconstituição, sob forma plástica, de aspectos da vida quotidiana num genho de açúcar, no Brasil;
· · dramatização de episódios relativos a aspectos da vida quotidiana desta época;
· · elaboração, pelos alunos, de pequenas biografias de algumas das principais figuras deste período;
· · organização de um debate sobre a escravatura;
· · visita de trabalho a um monumento ou a um museu com vestigios da época;
· · actividades multidisciplinares com Língua Portuguesa, Educação Musical, Educação Visual e Tecnológica e Ciências da Natureza.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 13

2.7 1820 E O TRIUNFO DOS LIBERAIS

2.7.1 As invasões napoleónicas
· · A saída da Corte para o Brasil
· · A resistência aos invasores e a intervenção inglesa
2.7.2 A revolução liberal de 1820
· O movimento revolucionário
· A acção das Cortes Constituintes
· A independência do Brasil
2.7.3 A luta entre liberais e absolutistas

Conceitos/noções básicas:
· · Guerra civil
· · Cortes Constituintes
· · Constituição
· · Monarquia liberal
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS

— Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· · reconheçam acontecimentos que produziram alterações na sociedade portuguesa deste período, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade;
· · reconheçam a participação de indivíduos ou de grupos em acontecimentos importantes ocorridos neste período;
· · reconheçam valores éticos patentes em acções individuais ou colectivas.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS

INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS


— Sugere-se que:
· · se efectue uma breve referência ao não cumprimento por Portugal do Bloqueio Continental, relacionando-o com a primeira invasão francesa e a saída da Corte para o Brasil;
· · se refire, de forma sucinta, a resistência aos invasores, identificando-se algumas batalhas, realçando-se a participação das populações na resistência e o carácter violento e de destruição que a guerra assumiu;
· · se efecute uma breve referência ao papel desepenhado pelo exército inglês na luta contra os Franceses;
· · se relacione o defragrar de Revolução de 1820 com o descontentamento face à permanência dos Ingleses em Portugal e à estadia da Corte no Brasil;
· · se efectue o tratamento da Revolução de 1820 de forma sucinta, destacando-se os principais episódios ocorridos e a acção de figuras como, por exemplo, Manuel Fernandes Tomás;
· · se destaque a acção das cortes Constituição de 1822 e os princípios fundamentais da monarquia liberal nela consignados, evidenciando-se a ruptura em relação à monarquia absoluta;
· · se identifiquem personagens relevantes ligadas às posições em confronto.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES

— Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· · continuação da organização do atlas da aula;
· · continuação da construção do friso cronológico;
· · registo, numa mapa de Portugal, dos itinerários das invasões francesas;
· · análise e comentário de documentos adaptados relativos a este período;
· · leitura de extractos adaptados da constituição de 1822;
· · observação/leitura de gravuras, diapositivos, diaporamas, filmes ou banda desenhada relacionados com acontecimentos ocorridos neste período;
· · exposição e narração pelo professor e/ou alunos de acontecimentos ocorridos neste período, recorrendo, sempre que possível a episódios significativos relacionados com a região em que os alunos vivem;
· · elaboração, pelos alunos, de pequenas biografias de algumas das principais figuras deste período;
· · dramatização de episódios relacionados com acontecimentos ocorridos com acontecimentos ocorridos neste período, em articulação com as actividades da Área-Escola.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 5

2.8 PORTUGAL NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX

2.8.1 O espaço português
· · Os recursos naturais e as inovações tecnológicas
· · Distribuição espacial das diferentes actividades
· · Os movimentos da população
2.8.2 A vida quotidiana
· · No campo
· · Nas grandes cidades
Conceitos/noções básicas:
· · Baldio
· · Pousio
· · Indústria*
· · Numeramento
· · Recenseamento
· · Crescimento da população
· · Êxodo rural
· · Mobilidade
· · Operariado
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS

— Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· · reconheçam os principais contrastes na distribuição das diversas actividades económicas no espaço português, na segunda metade do século XIX;
· · comparem formas de organização espacial do território português em diferentes períodos, sensibilizando-se para os conceitos de mundança/permanência;
· · distinguam diferenças entre este período e a nossa época, sensibilizando-se para o conceito de mudança;
· · relacionem as inovações tecnológicas com as alterações ocorridas na sociedade portuguesa neste período, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade;
· · reconheçam no património cultural testemunhos deste período, sensibilizando-se para o conceito de permanência;
· · desenvolva a sensibilidade estética, através da apreciação de criações artística, através da apreciação de criações artísticas e literárias deste período;
· · desenvolvam atitudes de respeito pela pessoa humana, a propósito da valorização da abolição da escravatura e da pena de morte.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS

INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS


— Sugere-se que:
· · se evidencie a necessidade, sentida neste período, de intensificar o aproveitamento dos recursos minerais do País (carvão, ferro, cobre) e a expansão do cultivo do arroz e da batata;
· · se salientem as transformações no espaço, resultantes do aproveitamento dos recursos minerais e da modernização da agricultura (ocupação dos baldios, substituição do pousio pelo cultivo da batata);
· · se destaque o surgimento das zonas industriais (Lisboa/Setúbal e Porto/Guimarães), em contraste com o conjunto do país agrícola;
· · se evidencie o contributo da máquina a vapor para o desenvolvimento de novas formas de produção industrial;
· · se estabeleçam comparações simples entre as formas de produção artesanal e industrial;
· · se saliente o crescimento da população e a oposição entre o litoral norte, mais povoado, e o resto do País;
· · se explique a importância do êxodo rural;
· · se faça uma breve Abordagem ao grande surto da emigração, principais áreas de saída e países de destino;
· · se indetifiquem as grandes inovações tecnológicas, salientando a implantação e evolução da rede ferroviária e a sua importância para o desenvolvimento das actividades económicas e para a maior mobilidade de pessoas e bens;
· · se comparem os modos de vida dos vários grupos sociais nas grandes cidades (Lisboa e Porto) e no campo, sobretudo no que diz respeito a actividades económicas, alimentação, vestuário, divertimento e cultura;
· · se refira, a propósito da vida quotidiana, o aparecimento de um novo grupo social — o operariado —, a progressiva perda de privilégios da nobreza e o aumento da importância da burguesia;
· · se refiram de forma sucinta, ainda a propósito da vida quotidiana, a importância da abolição da escravatura e da pena de morte, as principais medidas tomadas no âmbito do enisno e algumas obras artísticas e literárias deste período e seus autores.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES

— Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· · continuação da organização do atlas da aula;
· · continuação da construção do friso cronológico;
· · construção de um planisfério com a extensão do imnpério na segunda metade do século XIX e comparação com o elaborado para o século XVIII;
· · localização, em mapas, das principais áreas industriais;
· · leitura e interpretação de gráficos e quadros estatísticos relativos à evolução da população portuguesa e à emigração;
· · observação e interpretação de mapas com a distribuição da população em Portugal, neste período período;
· · análise e comentário de documentos adaptados (especialmente obras literárias) e textos relativos a aspectos da sociedade portuguesa neste período;
· · observação e interpretação de mapas com a evolução da rede ferroviária;
· · realização de um debate sobre a pena de morte;
· · observação/leitura e comentário de gravuras, diapositivos, diaporamas, filmes ou banda desenhada sobre este período;
· · dramatização de episódios relativos a aspectos da vida quotidiana;
· · elabotação, pelos alunos, de pequenas biografias de algumas das principais figuras deste período;
· · visita de trabalho a um monumento, fábrica ou museu com vestígios desta época;
· · recolha de materiais diversificados, em trabalhos de equipa e muitidisciplinar, integradoi nas actividfades da Área-Escola, tendo em vista a realização de uma exposição sobre o período em estudo.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 14

2.9 A REVOLUÇÃO REPUBLICANA

2.9.1 A acção militar no 5 de Outubro e a queda da Monarquia 2.9.2 A 1.ª República
· · A Constituição republicana
· · As principais medidas no domínio da educação e do trabalho
· · O movimento sindical
· · A instabilidade governativa
Conceitos/noções básicas:
· · República*
· · Alfabetização
· · Sindicato
· · Greve
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS

— Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· · reconheçam acontecimentos que produziram mudanças significativas em Portugal, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade;
· · reconheçam a participação de indivíduos ou grupos em acontecimentos importantes ocorridos neste período;
· · reconheçam valores éticos patentes em acções individuais ou colectivas;
· · compreendam relações entre o passado e o presente, atravès do reconhecimento de mudanças e permanências.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS

INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS


— Sugere-se que:
· · se identifiquem motivos que levaram à Revolução de 5 de Outubro;
· · se desta quem os principais episódios ocorridos em 5 de Outubro de 1910, a acção popular no apoio aos republicanos e a desorganização do exército fiel à monarquia;
· · se relacione a Revolução de 5 de Outubro com a queda do regime monárquico e a instauração de um regime republicano;
· · se destaque os princípios consignados na Constituição de 1911, que caracterizam um regime de tipo republicano;
· · se refiram algumas figuras relevantes da 1.ª República, nomeadamente António José de Alçmeida é Afonso Costa;
· · Se mencionem, relativamente às medidas tomadas no campo do ensino. o aumento e a gratuitidade da escolaridade obrigatória e a criação de novos cursos;
· · se destaquem, como principais medidas no domínio do trabalho, a institucionalização do direito à greve, de um dia de descanso semanal e as oito horas de trabalho diário;
· · se efectue uma breve referência ao aumento da imprensa operária, ao aparecimento e ou reorganização de associações operárias e intensificação do movimento grevista, como manifestações de reforço do movimento operário.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES

— Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· · continuação da construção do friso cronológico;
· · análise e comentário de textos e/ou documentos adaptados relativos a este período, nomeadamente notícias de jornais da época;
· · leitura de extractos adaptados da Constituição de 1911;
· · observação/leitura e comentário de gravura, diapositivos, diaporamas, filmes ou banda desenhada relacionados com acontecimentos ocorridos neste período;
· · leitura e comentário de quadros com dados relativos ao ensino primário, ao analfabetismo e ao movimento grevista.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 4

2.10 OS ANOS DA DITADURA

2.10.1 O golpe militar em 28 de Maio
2.10.2 Salazar e o Estado Novo
· · A política de obras públicas
· · As restrições às liberdades
· · A oposição ao Estado Novo
2.10.3 A guerra colonial

Conceitos/noções básicas:
· · Ditadura
· · Censura
· · Liberdade de expressão
· · Oposição política
· · Guerra colonial
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS

— Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· · reconheçam acontecimentos que produziram mudanças significativas em Portugal, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade;
· · desenvolvam o espírito crítico a partir da análise de actuações concretas de indivíduos ou de grupos;
· · reconheçam valores éticos patentes em acções individuais ou colectivas;
· · reconheçam a necessidade de defesa de valores demcráticos;
· · compreendam relações entre o passado e o presente, através do reconhecimento de mudança e permanências.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS

INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS


— Sugere-se que:
· · se identifiquem motivos que levaram ao golpe militar de 28 de Maio, efectuando uma breve referência a episódios ocorridos e às principais figuras nele envolvidas;
· · se relacione o golpe militar de 28 de Maio com a queda da 1,ª República e a instauração de uma ditadura militar;
· · se efectue referência à acção de Salazar no saneamento financeiro e à política de obras públicas do Estado Novo;
· · se evidenciem, como características da ditadura de Salazar, a ausência de liberdades de expressão e de reunião, a censura prévia, a polícia política, a repressão ao movimento sindical e a existência de um partido único;
· · se referenciem episódios e movimentos organizados de resistência ao Estado Novo, relacionando-os com a restrições às liberdades e as condições de vida.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES

— Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· · continuação da construção do friso cronológico;
· · análise e comentário de textos e/ou documentos adaptados relativos a este período, nomeadamente notícias de jornais da época, correspondência, depoimentos escritos fornecidos pelo professor ou recolhidos pelos alunos, individualmente ou em grupo;
· · recolha de dados sobre construções com carácter monumental que testemunhem a política de obras públicas do Estado Novo;
· · recolha de depoimentos orais de familiares e ou amigos sobre a guerra colonial e a resistência à ditadura salazarista;
· · observação de postais, gravuras, fotografias ou filmes que documentem a época.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 5

2.11 O 25 DE ABRIL E A CONSTRUÇÃO DA DEMOCRACIA

2.11.1 A acção militar e popular em 25 de Abril
2.11.2 A independência das colónias
2.11.3 A Constituição de 1976 e o restabelecimento da democracia

Conceitos/noções básicas:
· Democracia*
· Descolonização
· Direito de voto
· Poder central
· Governo
· Assembleia da República
· Região Autónoma
· Poder local
· Autarquia
· Câmara Municipal*
· Junta de Freguesia
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS

— Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
  • reconheçam a Revolução de Abril como um conjunto de acontecimento que produziram mudanças significativas em Portugal, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade;
  • compreendam relações entre o passado e o presente, através do reconhecimento de mudanças e permanências;
  • desenvolvam o espírito crítico, a partir da análise de actuações concretas de indivíduos ou de grupos no processo revolucionário;
  • reconheçam valores éticos patentes em acções individuais ou colectivas;
  • reconheçam a necessidade de defesa de valores democráticos.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS

INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS


— Sugere-se que:
  • se identifiquem motivos que levaram à Revolução de Abril;
  • se referenciem, de forma breve, os principais episódios ocorridos em 25 de Abril;
  • se evidenciem a acção de figuras que se destacaram na Revolução de Abril e as movimentações populares de adesão;
  • se destaquem, como consequências do 25 de Abril, o restabelecimento da democracia, descolonização e a Constituição de 1976;
  • se evidenciem como aspectos importantes consignados na Constituição, a garantia dos direitos e liberdades individuais, a institucionalização do poder local e a participação directa e activa dos cidadãos na vida política do País;
  • se identifiquem órgãos do poder local (câmara municipal e junta de freguesia) e órgãos de poder central (Presidente da República, Governo e Assembleia da Republica), distinguindo os órgãos representativos do poder nas regiões autónomas.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES

— Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
  • continuação da organização do atlas da aula;
  • continuação da construção do friso cronológico;
  • análise e comentário de notícias sobre a Revolução, em jornais de 25 de Abril e dias seguintes;
  • análise e comentário de notícias em jornais da época, sobre a independência das colónias;
  • observação/leitura e comentário de gravuras, diapositivos, filmes e cartzes relativos ao 25 de Abril;
  • audição e comentário de gravações sonoras de acontecimentos ocorridos no dia 25 de Abril;
  • organização de um debate sobre a democracia;
  • leitura e comentário de extractos da Constituição de 1976;
  • recolha individual ou em grupo de materiais sobre a Revolução de 25 de Abril, para a realização de uma exposição a integrar nas actividades da Área-Escola;
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 6

* Conceitos já abordados no 1.º ciclo.
** Subtema de tratamento mais aprofundado.