Mostrar mensagens com a etiqueta HISTÓRIA 7º ano. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta HISTÓRIA 7º ano. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Exposição de trabalhos do 5º A "Um castro com monumentos megalíticos"


 No âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal, integrada no Plano Anual de Actividades do Departamento de Ciências Sociais e Humanas e em articulação com a Biblioteca Escolar, promovi a construção e a exposição dos trabalhos dos alunos do quinto ano. O castro teve a participação dos alunos do 5ºA.
Anta ou dólmene

Os trabalhos ficaram lindíssimos como podem ver.

Um alinhamento de menires

Um cromeleque

Um menir


O megalitismo é um fenómeno cultural que é representado, materialmente, pela utilização de grandes pedras, em granito ou xisto, quase sempre em bruto ou sumariamente afeiçoadas, com as quais se construíram, em recuadas épocas pré-históricas, determinado tipo de monumentos, tais como menires,cromelequesalinhamentoscistas e antas (ou dólmenes) ao longo do período Neolítico (V e IV milénios a. C.).
Os principais monumentos megalíticos são:
Menir: pedregulho alongado, impulsionado verticalmente no solo. Talvez a construção esteja relacionada com o culto do Sol.
Cromeleque: recinto circular grande, formado pelo conjunto de menires. Eles eram provavelmente santuários, monumentos com funções religiosas e, provavelmente primitivos observatórios astronómicos.
Alinhamentos: que consistem em vários menires dispostos em linha recta, é possível descobrir, desde a Dinamarca à regiãomediterrânica, os mesmos tipos de construção megalítica.
Anta ou Dólmen: edifícios feitos de grandes pedras verticais que formam uma parede que é coberta com várias grandes lajes horizontais. Eles eram grandes túmulos colectivos

Espalhando-se preferencialmente pela fachada atlântica europeia, as construções megalíticas, nomeadamente as antas ou dólmenes, evoluíram, arquitectonicamente, a partir do Neolítico Médio, isto é, sensivelmente do 5º. milénio antes de Cristo, até à Idade do Bronze.

Admite-se, hoje, que os dólmenes sempre estiveram recobertos por um montículo de terra e pedras, engenhosamente colocadas (ou, em alguns casos, só de terra ou só de pedras) que envolvia o túmulo megalítico, destacando-o quase sempre, na paisagem.

Porque estas pequenas colinas artificais apresentam, geralmente, a configuração de uma calote esférica, o povo passou a chamar-lhes mamoas, embora outros termos como “madorras”, etc., sejam também vulgares. A principal função destas era a de servir de túmulos para enterramentos colectivos.
Em Portugal existe uma grande densidade de monumentos megalíticos, emespecial na zona do Alto Alentejo. Dólmen do Zambujeiro em Évora, o menir daBulhoa em Reguengos de Monsaraz e o Cromeleque de Xarez, também emMonsaraz. .
Fontes:

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O DOMÍNIO SENHORIAL e OS MOSTEIROS

O DOMÍNIO SENHORIAL


O Senhorio ou Domínio Senhorial era uma vasta propriedade, constituída pela Reserva e os Mansos ou Casais de que o senhor era o proprietário. Nela, o senhor, estabelecia a lei, exercia a justiça e cobrava aos camponeses rendas, impostos e serviços (corveias).

Os camponeses podiam ser livres ou não e neste caso chamavam-se servos ou malados.
A VIDA QUOTIDIANA DO CAMPONÊS
A maioria dos camponeses vivia nos senhorios. Trabalhava muitas horas, de sol a sol, e de forma muito dura. Do que produzia, uma grande parte era entregue ao senhor, como renda. Devia ainda prestar ao senhor outros serviços, como a reparação das muralhas do castelo, e outros impostos, como os que devia pela utilização do moinho, do forno ou do lagar.
Vivia em aldeias próximo do castelo do senhor. Morava em casas pequenas, de madeira ou pedra, com chão de terra batida e telhados de colmo. Estas casas tinham apenas uma divisão.
A base da alimentação do povo era o pão e o vinho, legumes, ovos, toucinho, queijo... Peixe e carne só muito raramente, geralmente em dias de festa. O seu vestuário era simples, em tecidos grosseiros (linho, lã), fiados e tecidos em casa.
Os servos trabalhavam nas terras directamente exploradas pelo senhor (a Reserva) e não podiam mudar-se ou abandoná-las. Para serem livres tinham de comprar a sua liberdade ao senhor ou, então, fugir, normalmente para a cidade. Se fossem apanhados eram severamente castigados.

1 - Castelo do senhor
2 - Torreão feudal
3 - Reserva senhorial
4 - Moinho
5 - Floresta
6 - Aldeia
7 - Terras arrendadas
8 - Terras baldias
9 - Áreas de arroteamento

O domínio senhorial não era apenas uma vasta extensão de terras pertencente a um senhor nobre poderoso. Era um mundo fechado e que procurava ser auto-suficiente produzindo o que era necessário ao senhor e à restante população que o habitava. Mais do que uma extensa propriedade, o domínio ou senhorio era um agrupamento de homens ligados por direitos e por deveres: o senhor dava protecção aos camponeses que lhe deviam obediência, trabalho e impostos.
A VIDA QUOTIDIANA DA NOBREZA
A nobreza tinha sobretudo funções guerreiras. Participou com os seus exércitos na Reconquista, ao lado do rei, recebendo em troca rendas e terras.
O senhorio era pois a propriedade de um nobre na qual viviam camponeses livres e servos.
Quando não estava em guerra, o senhor nobre ocupava-se a dirigir o senhorio e a praticar exercícios físicos e militares.
Organizava festas e convívios onde, para além do banquete, se tocava, cantava e dançava. Estas festas eram animadas por trovadores e jograis. Jogava-se xadrez, cartas e dados.
OS MOSTEIROS

A VIDA QUOTIDIANA DO CLERO
Tal como a nobreza, o clero era um grupo social privilegiado. Tinha a função de prestar assistência religiosa às populações.
Tinha grandes propriedades que lhe haviam sido doadas pelo rei ou por particulares e não pagava impostos. Tal como a nobreza, exercia a justiça e cobrava impostos a quem vivia nas suas terras.
O clero dividia-se em dois grupos: o clero regular (todos os que viviam numa ordem religiosa, num mosteiro) e o clero secular (bispos e padres).
No mosteiro, para além de cumprirem as regras impostas pela Ordem a que pertenciam, os monges dedicavam-se ao ensino, à cópia e feitura de livros, à assistência a doentes e peregrinos.
Em algumas Ordens, os monges dedicavam-se também ao trabalho agrícola nas terras do mosteiro.
Algumas Ordens eram militares, tendo combatido contra os Mouros.

Resolve os exercícios:

MEGALITISMO PORTUGUÊS - A MAMOA DE MADORRAS

Passeio de Domingo à Mamoa das Madorras e a S. Leonardo da Galafura


No Domingo de manhã fomos todos a S. Leonardo da Galafura, este miradouro oferece um dos mais extraordinários panoramas sobre o rio Douro e sobre os socalcos do Vinho do Porto.
Os Serranos, incansáveis, tudo nos proporcionaram, conseguiram um autocarro da Câmara Municipal de Sabrosa que nos conduziu por terras e montanhas até ao cimo, bem perto do céu. Aqui avistámos a paisagem que é Património Mundial – o Alto Douro Vinhateiro - desde 2001. Um título, atribuído por unanimidade, que premiou a Região vinícola demarcada mais antiga do mundo, decretada pelo Marquês de Pombal, em 1756. Região única por reunir as virtudes do solo xistoso e da sua exposição solar privilegiada com as características ímpares do microclima temperado pelo rio Douro em conjunto com o trabalho árduo do homem.
Dali observam-se os montes imponentes e as encostas com as famosas vinhas dispostas em socalcos que parecem querer represar o rio, vedando-lhe o caminho para o mar. Os visitantes ficaram extasiados com tanta beleza e diziam:
- Sim, agora percebemos onde se inspirava o poeta!
- Que beleza! Que paisagem grandiosa!
Em baixo, o Douro corre, azul e sereno, beijando as margens, verdes e ensolaradas, as quintas e casas solarengas. Foi um local muito amado por Miguel Torga que dizia que São Leonardo era como um barco de quilha para o ar, que a natureza voltara a meio do vale.
Aqui a amiga bloguista Manuela Pinheiro e um outro amigo (trisneto de Camilo Castelo-Branco), declamaram os poemas de Torga em tão sublime cenário.

Em seguida dirigimo-nos a outra serra, linda também, mas com outras características. Ao dobrar a serra de Nossa Senhora da Azinheira, para lá de São Martinho de Anta, deixa-se para trás a paisagem do vale do Douro e entra-se noutro mundo.
Uma vez esta fronteira natural franqueada, abre-se na nossa frente uma paisagem agreste, com declive menos pronunciado, com vegetação composta essencialmente por silvas, torgas, giestas… com pedregulhos de todos os tamanhos e formatos, voltados para o céu, formando figuras insólitas a que os Serranos já deram nomes, nos seus inúmeros passeios ao campo.
Naquele sítio, os povos do Neolítico deixaram um monumento funerário - a mamoa de Madorras – escavada agora no solo, um monumento que se encontrava coberto de terra até há pouco tempo. Este monumento está hoje ao relento e abandonado no meio do monte; podia ser mais divulgado e protegido, mas ainda aguarda a atenção que merecia.


"Corria o ano de 1912 quando Albino dos Santos Pereira descobre um monumento megalítico, denominado de Mamoa das Madorras. Apesar da sua importância, esta descoberta, só foi alvo de trabalhos de intervenção arqueológica entre os anos de 1983 e de 1988, ao encargo do Dr. Huet de Bacelar (num total de cinco campanhas). Nestes 5 anos de escavações foi possível, entre muitas outros aspectos, datar com alguma exactidão este monumento como sendo do Neolítico Final-Bronze Inicial. Foram ainda descobertos no local vários artefactos entre os quais fragmentos de cerâmicas, lâminas em pedra, contas de colar em xisto e ídolos entre outros. Todas as descobertas e resultados foram de extrema importância para o conhecimento das comunidades que há cerca de 5 000 anos construíram esta imponente sepultura e habitaram a região circundante. "

COMO ESTUDAR HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL?

COMO ESTUDAR HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL?

AOS MEUS ALUNOS
DEVEM SEGUIR OS SEGUINTES PONTOS NO VOSSO ESTUDO:
- Deves ter o teu caderno diário sempre organizado e em dia;
- Deves rever sempre a última matéria que foi dada na última aula e verificar se há trabalho de casa;
- Reler com atenção as páginas do manual dadas na última aula;
- Sublinhar no manual os aspectos mais importantes que devem ser compreendidos e fixados;
- No caso de não compreenderes alguma matéria tomar nota para perguntar na próxima aula;
- Se quiseres saber mais dalgum aspecto pesquisa em enciclopédias e na Internet (wikipédia e sites de interesse neste blogue).

IMPORTANTE: NUNCA COMECES POR FAZER O TRABALHO DE CASA, SEM TERES ESTUDADO PRIMEIRO!
Atenção que pesquisar é:
- Aprender mais;
- Aprender de outro modo;
- Recolher informação variada (textos, gravuras, jornais, Internet);
- Escolher o que interessa, consultando o dicionário para entender a informação;
- Tentar resumir por palavras nossas essa informação;
- Dar uma opinião pessoal sobre o assunto investigado;
- Indicar as obras consultadas;
- Preocupar-se também com a apresentação do trabalho.

NÃO É:
- Copiar sem entender a informação;
- Entregar fotocópias;
- Usar o trabalho dos outros sem indicar os seus nomes;
- Preocupar-se mais com a apresentação do que com o conteúdo do trabalho;
- Pedir ao pai ou a qualquer parente que faça o trabalho;
- Despachar-se a pesquisar sem grande esforço pessoal.

Fonte: Isabel Malho
http://members.tripod.com/catrineta2/
REVISÕES DA MATÉRIA DO 5º ANO:

Carina, 5º ano
http://curteahistoria.no.sapo.pt/Ambiente_natural/Actividades/caracteristicas.htm


Carina, 5º ano
http://curteahistoria.no.sapo.pt/Ambiente_natural/Actividades/fogo.htm


Carina, 5º ano
http://curteahistoria.no.sapo.pt/Ambiente_natural/Actividades/agro2.htm
http://curteahistoria.no.sapo.pt/Ambiente_natural/Actividades/agro4.htm


Carina, 5ºano
http://www.deemo.com.pt/exercicios/hg/5/hgp5_rommucpenib.htm

http://www.deemo.com.pt/exercicios/hg/5/hgp5.afhenrind.htm


Beatriz, 5º ano

A Mitologia Romana

Como quase todos os povos da Antiguidade, os Romanos, antes da cristianização, eram politeístas.
Tal como na Grécia, a vida familiar, social e cultural dos Romanos estava ligada à religião. Os lares (deuses da família), os Penates (deuses das refeições) e os Manes (almas dos antepassados) eram os deuses domésticos. Após a conquista da Grécia, os romanos assimilaram os deuses gregos dando-lhes nomes latinos.
No período do Império, a religião tradicional passou a integrar ritos políticos e cívicos dos quais fazia parte o culto do Imperador.
A família tradicional romana, unida à volta do seu chefe e do culto doméstico, passou gradualmente a ficar desagregada. Casamentos e divórcios, principalmente nas classes mais ricas, sucediam-se como meras formalidades.
O culto aos deuses, e também ao imperador, fazia-se através de orações e sacrifícios que tinham lugar nos templos e nas aras (altares).
Os templos passaram a ser muito frequentados, além de orações e sacrifícios realizavam-se inúmeras festas com banquetes e procissões. Tal como na Grécia também havia jogos públicos que em Roma eram dedicados a Júpiter. A ostentação e o prazer estavam sempre presentes nestas festas.
As pessoas adoravam os seus deuses em dias santos e festivais, que eram em grande número. Nesta altura não havia semanas de sete dias com um dia santo de descanso, excepto entre os judeus. Rezava-se em períodos de problemas ou doenças.
Os sacerdotes (áugures e pontífices) e as sacerdotisas (vestais) eram os organizadores do culto dos deuses: os áugures interpretavam a vontade dos deuses; Os pontífices fixavam os ritos e o calendário dos "dias nefastos"; as Vestais mantinham acesa a chama sagrada no templo de Vesta. Os principais deuses: eram Júpiter (o equivalente em grego era Zeus) que era o pai dos deuses, Juno ( sua mulher), Marte, Vénus ,Diana, e Baco . Mais à frente iremos ver a sua importância entre os romanos.
DEUSES E DEUSAS
Júpiter (lupiter-Iouis)- deus supremo do panteão romano (seu equivalente em grego era Zeus), filho de Saturno e Reia, irmão e esposo de Juno; senhor dos deuses e do Universo, era o deus do céu, da luz, do tempo, do Universo, e do trovão.
Protector supremo do estado, reinava em Roma no Capitólio, que lhe era consagrado.
O busto de Júpiter – o pai dos deuses
Juno (Iuno-onis)- Era uma deusa romana e estava ligada à Hera grega. Era filha de Saturno e de Reia (rainha do céu, deus da luz) que toma a forma do ciclo da lua. Esta deusa era esposa do seu irmão Júpiter.
Juno representa a mulher e as suas características, tais como o casamento, a gravidez e o parto, protegendo também as que ocupavam altos cargos administrativos e que não era casadas. Juno acaba por arcar todas as características da Juno Caprotina (deusa da fecundidade), da Juno Pronúbia (deusa do casamento) e da Juno Moneta (boa conselheira). Era celebrada em sua honra a festa das Matronalia, no dia 1 de Março. Esta ocasião simboliza o papel da mulher na sociedade. Juno tinha a função de soberania e de representar a mulher no povo romano.
Cabeça de Juno Farnese - a deusa da mulher.
Cupido (Cupido-inis)- o deus romano do amor, considerado filho de Vénus. Era o equivalente ao deus grego Eros. Personificação do amor; tinha a pretensão de ser bonito, o que fazia dele uma personagem ridícula.
Cupido Cupido encordoando seu arco. Museus Capitolinos, Roma.
Ceres (Ceres-eris) - deusa romana da fertilidade da terra, nomeadamente dos cereais . Era o equivalente da deusa grega Démeter ;era a deusas dos cereais, das searas ,do campo ,da agricultura .
Ceres – a deusa da agricultura.
Estátua de Ceres no Museu do Louvre em Paris

Baco (Bacchus-i)- filho bastardo de Júpiter e de Sémele. Esta morreu incendiada, antes de ele nascer, quando Júpiter lhe mostrou todo o seu fulgor; o pai conseguiu salvar o filho, recolhendo-o na sua própria coxa, donde veio à luz. Nasceu em Tebas, na Grécia, mas o pai, para o esconder das vista de Juno, (esposa de Júpiter), mandou-o criar por ninfas num vale de delícias chamado Nisa. Ensinou os homens a fabricar vinho e é o inspirador dos excessos de êxtase e violência. Fazia-se acompanhar de um cortejo de Bacantes e usava como bastão uma vara enramada com folhas de parra, cachos de uvas e uma pinha na ponta: o "tirso". .
Era também representado com hastes na cabeça.
Conquistou a Índia e era adorado no Oriente.

Baco - deus do vinho e dos vícios.
Baco de Leonardo da Vinci.

Vénus (Venus-eris)- É a antiga deusa romana dos jardins e da vegetação, foi identificada com Afrodite grega. Na sua qualidade de mãe do herói Eneias, o fundador mítico do povo romano, foi considerada a antepassada Gens Tulia e a protectora da cidade de Roma.
Vénus possuía um santuário perto de Ardea, construído antes da fundação de Roma.
O Nascimento de Vênus, de Bouguereau.
Apolo (Apollo-onis) - uma das divindades da mitologia grega e romana . Era o deus do sol, do pensamento e da meditação. Por ser muito belo, a mitologia atribuiu-lhe aventuras amorosas. Era especialmente venerado em Delfos, onde pronunciava oráculos pela boca de Pítia ou Pitonisa.
Apolo de Belvedere, século IV a. c. , Museu do Vaticano.
Marte (Mars-tis) - divindade romana, correspondente ao deus grego Ares. Da sua ligação ocasional com Reia, nasceram os gémeos Rómulo e Remo, fundadores de Roma. Era venerado como o deus da Primavera, daí o nome do mês de Março, sendo por isso o protector da natureza e da agricultura, bem como da guerra. Também foi o eterno apaixonado de Vénus.
Marte – o deus da guerra.
Diana (Diana-ae) - Diana é a deusa romana identificada com a Ártemis dos gregos.
É a deusa da caça e irmã gémea de Apolo. Para os romanos Diana é principalmente a deusa da castidade e da luz da lua , simbolizada pela meia-lua que enfeita os seus cabelos.
Ela era adorada por um povo ainda inculto. Talvez por isso tenha adoptado os traços de uma mulher indígena, e as suas lendas são claramente muito pobres, mas dão cor àqueles povos. Os santuários de Cápua, onde tinha o nome de Diana Tifatina, e de Arícia, perto de Roma nas margens do rio Nemi onde era chamada de Diana Nemorensis, (a Diana dos bosques) são os mais antigos santuários . A crueldade dos seus ritos devem-se a Diana de Nemi, que era Ártemis de Táuris, que foi levada para Itália por Orestes. O rei dos bosques Rex Nemorensis sacerdote de Diana de Nemi em certas circunstâncias podia ser morto, por quem pretendesse suceder-lhe. A deusa apreciava os sacrifícios humanos. Dizia-se que Ártemis (Diana), recolheu o filho de Teseu , Hipólito, depois da sua morte e ressurreição feita pelo médico, Asclépio.
Levou para Itália e escondeu-o, com outro nome no santuário de Arícia, onde o fez seu ajudante.
Em Cápua havia a lenda de uma corça consagrada a Diana, animal de espantosa longevidade, e o seu destino esteva ligado à conservação da cidade.
Diana - A deusa da caça
Estátua de Diana no Museu do Louvre.

Resolve as fichas sobre o mundo romano:

O NEOLÍTICO - MONUMENTOS MEGALÍTICOS PORTUGUESES

O NEOLÍTICO - MONUMENTOS MEGALÍTICOS PORTUGUESES


A revolução neolítica

As importantes e profundas transformações que ocorreram na vida do Homem por volta de 10.000-8.000 anos AC, e que tiveram por base a passagem de uma economia recolectora para uma economia produtora, levaram os historiadores a considerar que se verificou neste período uma verdadeira revolução - a revolução neolítica.
De facto, em ape­nas alguns milénios, a vida do Homem alterou-se profundamente, em contraste com a lenta evolução do período anterior, que abrangeu centenas de milhares de anos.
Pelas suas condições geo­gráficas especiais, o Crescente Fértil, localizado entre os rios Nilo, Tigre e Eufrates, foi o berço das mais antigas aldeias neolíticas.
A agricultura desen­volveu-se nas planícies inun­dadas pelas cheias periódicas desses rios; a pastorícia surgiu nos dois grandes planaltos ao norte do Crescente Fértil: o planalto da Anatólia na Ásia Menor (actual Turquia), ao Norte, e o planalto da Pérsia (actual Irão), a Nordeste.

Os megálitos (do grego mega, grande, e lithos, pedra), apesar do seu nome, não englobam somente enormes construções de pedra, mas também edifícios de pedra e terra ou de madeira e terra, denominadas megaxylon. Foram construídos com diversas formas: circulares, como túmulos rectangulares alongados com câmaras sepulcrais, as antas, em círculos de pedra ou madeira, chamados cromeleques, e também assumindo a forma de enormes pedras fincadas verticalmente no terreno, conhecidas por menires.



A construção de grutas artificiais (tholoi), ou a utilização de grutas naturais para a concretização de cultos funerários é também uma característica deste fenómeno cultural do período Neolítico. Na Europa, os megálitos mais antigos datam do quinto milénio A.C., e a sua natureza é difícil de definir. Ainda se discute se o megalitismo tinha conexão apenas com o culto dos mortos, ou se implicava também alguma crença no além, ou se representaria alguma forma de religiosidade baseada na Natureza e na astronomia.

De qualquer maneira, dele comungaram culturas amplamente separadas no espaço e tendo, de resto, bem pouco em comum. A cultura campaniforme, por exemplo, que construiu os megálitos da Europa Central, era desconhecida nas regiões ocidentais do continente onde, nessa mesma época, estavam em desenvolvimento outras culturas megalíticas.


O megalitismo espalhou-se muito rapidamente, o que demonstra que na altura as comunicações entre grupos humanos eram mais dinâmicas do que se julgava possível até há um tempo atrás. Das ilhas do Mediterrâneo, da península Ibérica e da França, alcançou as Ilhas Britânicas, e difundiu-se para o leste, a partir do seu centro atlântico. Se se tratou da simples difusão de uma ideologia ou se, para além disso, comportou também movimentos de populações, é uma questão que ainda espera resposta.
Neste site podes ver vários megalitos portugueses:
http://www.360portugal.com/Menu_Megalithic/index.html
Resolve estes exercícios:
http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/neolitico1.htm
http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/Neolitico2.htm
http://margaridasequeira.com.sapo.pt/fichas/neolitico3.htm

ARTE E RITOS MÁGICOS

A arte
O Homo sapiens sapiens era um grande artista ao decorar os seus objectos e as paredes das suas cavernas. Deixou-nos dois tipos de arte: a parietal ou rupestre e a móvel.


A arte parietal ou rupestre
Consistia em pinturas e gravuras nas paredes das grutas, ou no exterior, em vastos conjuntos rochosos. Aqui encontramos figu­ras de animais desenhadas, pintadas ou gravadas: mamutes, bisontes, cabri­tos-monteses, cavalos e touros e cenas de caça. Os animais sur­gem, por vezes, atravessados por flechas, o que revela o carácter mágico das representações, por se pensar que favoreciam a caçada e a fecundi­dade dos animais, tão necessárias à sobrevivência do Homem. Aparecem também figuras humanas de forma esquemática ou simplesmente mãos e outros sinais. Tudo é representado com grande naturalismo. As cores utilizadas eram obtidas através da utilização de substâncias minerais (ocre e carvão) e vegetais, misturadas com gordura animal.

Encontramos importantes exemplos de arte parietal em França, nas grutas de Lascaux ; em Espanha, nas grutas de Altamira; em Por­tugal, em Vila Nova de Foz Côa.
A arte móvel
Constituída por pequenas estatuetas esculpidas ou por objectos decorados com baixos-relevos, que se podiam transportar (daí ser chamada móvel). Os materiais utilizados eram a argila, o marfim, o osso, as hastes de animais e a pedra.
As estatuetas femininas (mulheres de idade adulta), a que chamamos “Vénus”, atestam a existência de um culto da fecundidade.
Caracteriza os dois tipos de arte representados nas figuras:
FIGURA 1
FIGURA 2
REALIZA ESTES EXERCÍCIOS e
BOA SORTE!

VISIONAMENTO DO FILME "A GUERRA DO FOGO"

VISIONAMENTO DO FILME "A GUERRA DO FOGO"

Jean-Jacques Annaud e Gérard Brach


VAMOS VER O FILME!
A obra cinematográfica A GUERRA DO FOGO narra a história de uma tribo Homo Sapiens, ou talvez Cro Magnon, que detem o conhecimento de como manter o fogo aceso, mas não de como produzi-lo. Quando um ataque de uma tribo Homo Neanderthalensis, rival, extingue sua chama primordial, três membros saem numa jornada para conseguir outra chama e reavivar o seu fogo perdido.
Durante a jornada, os três entram em contacto com o Homo Sapiens Sapiens, ao salvarem um deles das mãos de uma tribo Homo Neanderthalensis antropófaga. Do contacto com este indivíduo e com sua tribo, mais avançados tecnologicamente, são expostos a diversos conhecimentos novos, principalmente à arte de produzir fogo.
guerrafogo.jpg















A história narrada no filme “A GUERRA DO FOGO” é “uma jornada de nove meses que resume 40,000 anos de história da humanidade em apenas 125 minutos”. (J. J. ANAUD 2006).

Outra questão relevante que está presente na narrativa é o facto do filme ter como moral da história a descoberta do amor. Narra a história de um personagem que passa de um estado de relações de dominância a um estado de relações emocionais.



Questionário/teste
  1. Por que é que durante a narrativa os personagens sopram, durante a obtenção do fogo?
  2. Como é que sabemos que o filme se passa no Paleolítico?
  3. Com que intenção os personagens queriam manter o fogo?
  4. Explica a recolecção que viste no filme.
  5. Como era a alimentação e a habitação destes homens?
  6. Conseguiste ver no filme o nomadismo?
  7. Que tipo de actividades económicas viste no filme?
  8. Viste alguma espécie de arte?
  9. Que personagem passa de um estado de relações de dominância a um estado de relações emocionais descobrindo o amor?
  10. Descreve um momento que indique que os personagens se apaixonaram.
Lançado em 1981, numa produção Franco-Canadiana, La Guerre du feu é uma longa metragem que trata de levantar hipóteses sobre a origem da linguagem através da busca de três homo sapiens para conseguirem uma nova fonte de fogo perdida pela sua tribo; o fogo é um elemento divino e tenebroso para eles. O delírio sobre como esses três guerreiros se relacionariam/comunicariam, encontrariam, disputariam e fariam interações subjectivas é a base do roteiro assinado por Anthony Burguess, foneticista e consagrado autor do livro Laranja Mecânica. Burguess faz crível as adaptações e linguagens usadas por aqueles hominídeos além de tornar compreensível toda uma história recheada de sons.
Até à próxima!
Fontes:


O Paleolítico

O Paleolítico
Período longo da História da Humanidade, que tem início há cerca de 4 a 6 milhões de anos e se prolonga até ao 8º milénio a.C..

Ao longo de um processo de milhões de anos, deu-se um lento desenvolvimento físico e intelectual do hominídeo ao homem actual - foi o lento processo de hominização.


Olá amigos do 7ºA
São capazes de dizer em que consiste a HOMINIZAÇÃO e o tipo de hominídeos que conhecem?
Bom trabalho!


1. À BIPEDIA SEGUE-SE LOGICAMENTE:

A. ? O DOMÍNIO DA NATUREZA
B. ? A VERTICALIDADE
C. ? O FABRICO DE INSTRUMENTOS
D. ? A LIBERTAÇÃO DA MÃO

2. À VERTICALIDADE SEGUE-SE:

A. ? FABRICO DE INSTRUMENTOS
B. ? DOMÍNIO DA NATUREZA
C. ? LIBERTAÇÃO DA MÃO

3. À LIBERTAÇÃO DA MÃO SEGUE-SE LOGICAMENTE:

A. ? A VERTICALIDADE
B. ? O DOMÍNIO DA NATUREZA
C. ? O FABRICO DE INSTRUMENTOS

4. COM O FABRICO DE INSTRUMENTOS SEGUE-SE:

A. ? A VERTICALIDADE
B. ? A LIBERTAÇÃO DAS MÃOS
C. ? O DESENVOLVIMENTO DA INTELIGÊNCIA
D. ? A BIPEDIA

5. COM O FABRICO DE INSTRUMENTOS E O DESENVOLVIMENTO DA INTELIGÊNCIA SEGUE-SE:

A. ? A LIBERTAÇÃO DA MÃO
B. ? O DOMÍNIO DA NATUREZA
C. ? A LIBERTAÇÃO DA MÃO

6. A FIGURA DA VÉNUS REPRESENTA A ARTE...

A. ? RUPESTRE
B. ? MÓVEL