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quarta-feira, 18 de junho de 2014

A Estátua da Liberdade chega a Nova Iorque

17 de Junho de 1885: A Estátua da Liberdade chega a Nova Iorque


O navio francês Isère, partindo do porto de Rouen em Abril de 1885 chega dois meses mais tarde, no dia 17 de Junho, a Nova Iorque, tendo a bordo a estátua chamada de “A Liberdade iluminando o mundo”, símbolo da amizade entre os Estados Unidos e a França desde a independência norte-americana. Esta estátua de bronze de 46 metros de altura é obra do escultor Frédéric Auguste Bartholdi, a sua estrutura de ferro foi concebida por Gustave Eiffel, construtor da Torre Eiffel. O pedestal, a cargo dos norte-americanos, não estando ainda acabado, levou a que a estátua só fosse inaugurada em Outubro de 1886.

Originalmente conhecida como “A Liberdade Iluminando o Mundo”, a estátua foi proposta pelo historiador francês Edouard Laboulaye para comemorar a aliança franco-americana durante a Revolução Americana. Desenhada pelo escultor francês Frederic Auguste Bartholdi, tem a forma de uma mulher com o braço direito erguido empunhando uma tocha. Em Fevereiro de 1877, o Congresso em Washington aprovou a utilização de um local na ilha de Nova Iorque, Bedloe, que havia sido sugerido por Bartholdi.

Em Maio de 1884, a estátua foi terminada nos ateliers franceses e três meses depois os norte-americanos lançaram a pedra fundamental do pedestal em Nova Iorque. As diversas partes de bronze da estátua foram sendo montadas e a última  foi ajustada em 28 de Outubro de 1886, pouco antes da cerimónia de inauguração a cargo do presidente dos Estados Unidos, Grover Cleveland.


No pedestal há uma inscrição "The New Colossus," um famoso soneto da poeta norte-americana Emma Lazarus que dá as boas vindas aos imigrantes que chegavam de todas as partes do mundo que assim dizia: "Give me your tired, your poor, Your huddled masses yearning to breathe free, / The wretched refuse of your teeming shore. / Send these, the homeless, tempest-tossed to me. / I lift my lamp beside the golden door." 

Seis anos depois, a ilha Ellis, adjacente à ilha Bedloe, abriu como a estação central para a entrada de imigrantes nos Estados Unidos. Nos 32 anos que se seguiram mais de 12 milhões de imigrantes foram recebidos no porto de Nova Iorque sob as vistas da ‘senhora liberdade”. Em 1924, a Estátua da Liberdade foi consagrada como monumento nacional.
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)


Projecto patenteado por Frédéric Auguste Bartholdi 
A construção do pedestal
Pormenor da cabeça da estátua
 Fonte:
http://estoriasdahistoria12.blogspot.pt/2014/06/17-de-junho-de-1885-estatua-da.html?spref=fb

terça-feira, 17 de junho de 2014

Eiffel, o engenheiro do ferro no Palácio da Bolsa



O famoso engenheiro francês, que entre 1875 e 1877 viveu em Barcelos, teve um gabinete no Palácio da Bolsa, no Porto, de onde acompanhou a obra da Ponte Maria Pia. A sala está agora aberta ao público.

Daquela janela vê-se o tabuleiro superior da Ponte Luís I. Estamos no palácio da Bolsa, sede da Associação Comercial do Porto, numa pequena sala que esta segunda-feira foi reaberta ao público e que terá sido, durante dois anos, gabinete de trabalho de Gustave Eiffel. Se fosse hoje, o homem que ali trabalhou talvez não gostasse tanto da vista que deslumbra os turistas. A ponte Luis I foi feita pela firma de um ex-colaborador com quem, em 1879, disputou, e perdeu, o concurso para a sua concepção e construção.
Gustave Eiffel viveu em Barcelinhos, entre 1875 e 1877 e deixou várias obras no país, de Viana a Olhão, passando por Barcelos, Esposende, Alijó e, entre outros concelhos, o Porto, onde a sua firma concebeu e construiu a Ponte Maria Pia, que em 1876 permitiu a ligação ferroviária entre Lisboa e o Porto. A travessia que ficou nas bocas do mundo por ostentar o maior arco em ferro até então construído, foi projectada por um dos melhores engenheiros da sua firma, Théophile Seyrig. Que pouco tempo depois estava a trabalhar por conta própria e a disputar mercado ao próprio Eiffel.
Foi o que aconteceu com a Ponte Luís I. Enquanto trabalhava naquele gabinete voltado para a Ribeira, Eiffel tinha proposto um desenho para uma ponte sobre o Douro na localização da ponte pensil. O desenho está na posse da ACP, que a expôs nesta sala, mostrando um tabuleiro inferior levadiço, para passagem dos grandes veleiros que então aportavam na cidade e um belíssimo arco que funcionava também como ligação entre margens à cota alta. O projecto não foi aceite e, em 1879, aberto um concurso, Eiffel concorreu com outras firmas e perdeu para a empresa de Seyrig.
A derrota não beliscou a fama do autor da Torre Eiffel. O Palácio da Bolsa estava ainda em construção quando ele se instalou ali e, em 1880, a sua empresa chegou a fazer um orçamento para a imensa clarabóia do Pátio das Nações do edifício. A carta, propondo um preço de catorze contos e 200 mil reis, está também exposta no seu gabinete, juntamente com uma outra, escrita dois meses mais tarde, em que um seu colaborador insistia, a partir de França, perguntando qual fora a decisão da Associação Comercial do Porto sobre esta empreitada. Esta não lhe foi favorável e a obra – que há pouco tempo foi alvo de um minucioso trabalho de restauro – acabou por ser realizada por Tomás Soller.
O gabinete de Eiffel é um dos novos motivos de interesse do Palácio da Bolsa, um dos monumentos mais visitados do Porto e que em 2014, seguindo uma tendência que vem de anos anteriores, já viu, até Maio, o número de turistas aumentar 7%. Os franceses são quem mais visita o imponente edifício da Zona Histórica e já esta segunda-feira era visível que o gabinete de um dos mais famosos engenheiros do mundo vai ser motivo de conversa entre os seus conterrâneos. Bastou que vissem a placa à entrada do pequeno compartimento onde se encontra apenas um aparador com uma máquina de escrever e um selo branco, uma escrivaninha e alguns quadros nas paredes.
Fonte:
http://www.publico.pt/local/noticia/eiffel-o-engenheiro-do-ferro-no-palacio-da-bolsa-1650578#/0

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Cerâmica portuguesa na Sagrada Família em Barcelona

Barcelona: Cerâmica portuguesa na Sagrada Família

Barcelona: Cerâmica portuguesa na Sagrada Família
A reconstrução da basílica da Sagrada Família, em Barcelona, conta com aplicações de cerâmica portuguesa da marca Revigrés, cuja coleção cromática foi escolhida para restaurar o medalhão central daquele espaço.
Para além das cores turquesa, cobalto, ice, platina, superbranco, opala, limão e azul, a empresa lusa desenvolveu ainda 16 novas cores, em exclusivo, em peças de gés porcelânico que foram recentemente aplicadas em quatro pináculos, alusivos às estações do ano, daquele que é considerado um dos maiores projetos arquitetónicos da atualidade.
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Em comunicado enviado ao Boas Notícias, a Revigrés refere que as características técnicas do grés porcelânico técnico, como a elevada resistência ao desgaste e à abrasão, fazem desse produto o mais indicado para pavimentos. Outras características, como uma absorção quase nula de água e a elevada resistência a amplitudes térmicas, fazem da cerâmica o produto ideal para ser aplicado nos pináculos.
"Desenhar estes produtos exclusivamente para a Sagrada Família foi uma conquista. Trata-se de um ícone mundial - um projeto de Gaudi -, num país onde há um 'cluster' de cerâmica muito forte, o que valoriza ainda mais a nossa colaboração", considera o Conselho de Gerência da Revigrés.
Fonte:
 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O estilo Barroco na BD de Luís Diferr

O álbum de BD "Portugal" de Luís Diferr pode ser também mostrado aos alunos para observarem os belos desenhos do Estilo Barroco, venham espreitar!
 
As grandes construções
O reinado de D. João V foi marcado pela construção de obras monumentais, possíveis devido ao ouro do Brasil.
O estilo da época é o Barroco que se caracteriza pela abundância de decoração e pelo uso de linhas curvas. Igrejas e palácios são decorados com talha dourada, azulejos e mármore.
 
 
Desenvolveu-se a ourivesaria, a cerâmica, a pintura, a azulejaria, o mobiliário, a música ...

 

O ESTILO BARROCO


O estilo barroco nasceu em Roma, Itália, e rapidamente se espalhou pela Europa. Era uma arte espectacular e faustosa, que serviu, admiravelmente, a necessidade que os os governos absolutistas, as igrejas cristãs e a burguesia sentiam de impressionar e deslumbrar o povo.


 
"Portugal" pág. 30 e 31, Convento de Mafra
O nome "barroco" tem origem na palavra espanhola barueco que significa "pérola de forma irregular.
Em Portugal, o estilo barroco atingiu o seu esplendor com D. João V,- barroco joanino - que, graças ao ouro do Brasil contratou artistas estrangeiros e mandou realizar várias obras de arte. As criações dos artistas portugueses é visível nos altares de talha dourada e nos painéis de azulejos, em azul e branco, que embelezam igrejas, salões, escadarias e jardins.


PORTUGAL”, pág. 34, O Aqueduto das Águas Livres em Lisboa
Durante este período foram construídos, em Portugal, grandes obras de arte de que destacamos: o Convento e a Biblioteca do Convento de Mafra, a Torre dos Clérigos no Porto, a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, a Igreja e escadas do Bom Jesus de Braga, o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios em Lamego, o Palácio do Freixo no Porto, o Aquedto das Águas Livres e o Solar de Mateus em Vila Real.
 

 





As belas ilustrações deste álbum de BD não deixam ninguém indiferente.
 
 
Fontes:
http://passadocurioso.blogspot.com/2008/11/estilo-barroco.html
http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/11.6.htm
http://criadoresdarte.blogspot.com/2011/03/portugal_14.html
http://luisdiferrart.blogspot.com/2011/03/portugal.html